Isso ficou ainda mais evidente a partir da recente decisão do STF de considerar que aterros sanitários já instalados ou em fase de instalação ou ampliação localizados em áreas de preservação permanente (APPs) poderão funcionar normalmente até o fim de sua vida útil.
Uma limpeza química adequada pode prolongar a vida útil das membranas em até 30%, além de melhorar significativamente a qualidade da água produzida e reduzir o consumo energético da planta.