Cidades Esponja: A Nova Lógica da Drenagem Urbana no Brasil
Cada chuva forte que transforma ruas em rios não é apenas um fenômeno natural. É, antes de tudo, o resultado
09/06/2026
Drenagem é o ato de escoar as águas de terrenos encharcados por meio de tubos, túneis, canais, valas e fossos, sendo, possível, recorrer a motores como apoio ao escoamento.
Os canais podem ser naturais (córregos) ou artificiais (de concreto simples, concreto armado ou gabião). Os sistemas de drenagem podem ser urbanos ou rurais e visam a escoar as águas de chuvas e evitar enchentes
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Águas de Bombinhas esclarece que a drenagem — sistema responsável pela captação e condução da água da chuva — é
Os serviços relacionados à drenagem e manejo de águas pluviais urbanas parecem, finalmente, estar capturando alguma atenção da agenda institucional
Problemas como redes subdimensionadas, ligações clandestinas e infiltração de água da chuva nos coletores de esgoto são frequentes.
Como consequência desse crescimento populacional, há impermeabilização do solo, ocupação das faixas marginais de proteção dos rios, desmatamentos, canalização de
Um estudo realizado por estudantes da Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo propôs avaliar o potencial de medidas
Justiça Prefeitura SP Enchentes A Justiça de São Paulo determinou que a prefeitura da capital paulista faça um plano contra
A adoção de uma gestão integrada visa unificar e coordenar esses sistemas, explorando suas interconexões e promovendo uma abordagem holística.
As ações são principalmente para projetos de drenagem e resíduos sólidos e são destinadas aos municípios paulistas que aderiram ao
A gestão de águas pluviais urbanas é uma questão emergente que precisa ser abordada de forma integrada.
A paixão aflorada pelo futebol e o prazer de completar os álbuns de figurinhas, populares em anos de Copa do Mundo, podem estar por trás da intensificação de um problema ambiental de difícil solução.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.