saneamento basico

Guia de Compras

R3000-L4L

R3000-L4L | Above Net

3G/4G, 1 Ethernet, 1 RS-232/422, 1 USB, Roteador Celular Industrial.

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

3G/4G, 1 Ethernet, 1 RS-232/422, 1 USB, Roteador Celular Industrial

  • Possui Certificação Anatel da Above-Net
  • Redundância Dual SIM para conexões de rede celular 3G / 4G persistentes
  • Compatível com Bridge manager
  • IPsec / OpenVPN / GRE / L2TP / PPTP / DMVPN
  • Gerenciamento e manutenção via Web / CLI / SMS / SNMP / Bridge Manager
  • Design industrial robusto (9 a 36V DC, montagem em mesa ou em parede ou montagem em trilho DIN)
Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
Abrir a torneira, tomar banho ou utilizar água em casa são gestos simples do cotidiano. Por trás deles, porém, existe uma estrutura complexa que envolve tecnologia, planejamento, engenharia e investimentos permanentes para garantir um serviço essencial à população.
A Subprefeitura Itaquera acompanha o avanço das obras no Córrego Rio Verde, conhecido como Córrego Jacu. Uma importante intervenção que integra o projeto executivo de drenagem e contenção de cheias da região.
Se você já viu uma rua alagada após uma chuva forte ou ouviu falar que um porto “perdeu profundidade”, provavelmente está diante de situações que envolvem drenagem ou dragagem. Os dois termos são parecidos, aparecem juntos em conversas sobre infraestrutura e meio ambiente — e é justamente por isso que costumam gerar confusão.
Moradores da comunidade Portelinha, localizada no bairro do Campo Limpo, na zona sul da capital paulista. Estão prestes a experimentar uma mudança significativa em suas rotinas.
A desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo em 2024, impulsionou uma série de mudanças no setor de saneamento básico no estado. Segundo dados da companhia, o novo modelo ampliou investimentos, acelerou obras e, além disso, aumentou a cobertura de água e esgoto, com o objetivo de antecipar a universalização dos serviços para 2029.
Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.