Cantareira fica estável e 5 reservatórios têm queda
Nos nove primeiro dias de junho, choveu 18,8% do esperado para todo o mês
Nos nove primeiro dias de junho, choveu 18,8% do esperado para todo o mês
A situação hídrica do Cantareira permanece como a pior entre os seis mananciais administrados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), no abastecimento da região metropolitana de São Paulo.
Manancial opera com 19,5% da capacidade desde 26/05, com volume morto. Sistemas Alto Tietê, Guarapiranga e Alto Cotia tiveram queda nos níveis.
Até o fim deste ano, a Sabesp terá repassado R$ 12,5 milhões sem ter feito uma licitação
De acordo com os órgãos gestores, a Sabesp, operadora do sistema, terá de reduzir a retirada de água dos reservatórios dos atuais 13,5 m³/s para no máximo 10 m³/s, a partir de setembro. Para as Bacias PCJ, a partir de primeiro junho o limite de retirada será de 3,5 m³/s, ante os atuais 2 m²/s que estão sendo liberados.
Cantareira terá queda de 26% na captação de água a partir de setembro
Nos primeiros três meses de 2015, aumento foi de 86%. Em abril, no entanto, o índice foi 48% menor em relação a 2014.
Índice caiu de 23% neste sábado para 22,9% neste domingo. Pluviometria acumulada no mês é de 65 mm, 9,06 % maior que a média.
Chuva em maio é de 45,2 mm, 57,8% do esperado para todo o mês. Nível do Sistema Rio Claro subiu.
Sabesp só poderá captar 13 m³/s do manancial para abastecer Grande SP. Reservatório opera com 19,7%, considerando uso de dois volumes mortos.