A decisão do Governo Federal de incentivar os estados a promoverem parcerias com o setor privado para ampliar as redes de tratamento e coleta de esgoto, que trouxe a questão público/privado à tona nos últimos dias, deve centrar-se em um ponto prioritário para o setor: a eficiência.
Pesquisadores alertam que empreendimento vai aumentar em 25% consumo de água, usada para resfriamento das máquinas, em área no Rio Grande do Sul, na fronteira com o Uruguai, que já sofre com escassez.
A proposta do BNDES prevê ainda um sistema de subsídio cruzado, no qual a tarifa de água que a concessionária pagará para a Cedae seria mais alta que nos demais municípios.