O setor de saneamento básico vive um momento de profunda transformação estrutural no Brasil. Com a consolidação das metas de universalização, o aumento do rigor das agências reguladoras e a maior cobrança da sociedade por eficiência, as concessionárias (públicas e privadas) enfrentam uma equação complexa: aumentar os investimentos em infraestrutura sem repassar ineficiências operacionais para as tarifas públicas.