saneamento basico

Saneamento básico de municípios da região metropolitana de Campinas/SP

Esta pesquisa tem como objetivo analisar indicadores de abastecimento de água e saneamento na Região Metropolitana de Campinas. A fim de apontar e monitorar a situação dos municípios quanto ao acesso a esses serviços. Portanto, o método se caracteriza como exploratório com abordagem qualitativa, pois utiliza dados fornecidos pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento para o período de 2016 a 2020.

O Marco do Saneamento Básico 2020 está no centro das discussões sobre a universalização dos serviços de saneamento. Atualizada pela Lei nº 14.026/2020, preconiza o acesso à água potável e ao saneamento equitativo para toda a população brasileira até 2033. Além disso, a Agência Nacional de Água e Saneamento Básico passa a fazer parte do sistema regulatório do setor, dando mais segurança jurídica às concessionárias.

A escolha do objeto de pesquisa se deve ao fato de que a Região Metropolitana de Campinas apresenta dinamismo econômico específico. Portanto isso torna a região altamente desenvolvida e de interesse econômico e social. Através dos valores assumidos pelos indicadores ao longo do período analisado, foi possível verificar que os indicadores de abastecimento de água e esgotamento sanitário apresentam valores próximos ao indicador da população total dos municípios, o que reforça a concepção de que a região possui tais serviços para grande parte da população residente na Região Metropolitana de Campinas.

O saneamento básico de municípios da região metropolitana de Campinas, SP

O Brasil, como outros países ao redor do mundo, construiu sua história através de experiências que permite compreender a condição do saneamento básico no País. O saneamento básico inclui um conjunto completo de procedimentos desde o abastecimento de água até a coleta e preservação de resíduos, incluindo seu repasse, controle de água viária, mapeamento e controle de doenças, infecções parasitárias intestinais (infecções entéricas), poluição ambiental e sua extensão.

Segundo Calderón-Villarreal, Schweitzer & Kayser (2022) as infecções parasitárias intestinais são as principais causas de morte em crianças. Em todo o mundo e, especialmente, em países em desenvolvimento. Sendo assim, este tipo de infecção é maior entre as crianças em comparação com a população adulta.

No Brasil, em meados dos anos 40 do século XX, em decorrência da baixa qualidade dos serviços de saneamento prestados pelas empresas estrangeiras, iniciou-se a comercialização dos serviços fluviais. Dessa forma, dando origem às autarquias e aos mecanismos de financiamento para o abastecimento de água. A priori realizado pelo Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), que a partir de 1991 passou a ser denominada Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) (Heller et al., 2018).

Autores: Walef Pena Guedes, Cibele Roberta Sugahara, Denise Helena Lombardo Ferreira e Samuel Carvalho De Benedicto.

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