Manter a estabilidade de degradação de DBO com o aumento de vazão da ETE.
Projeto
O sistema de tratamento da cidade de OG, em Israel, recebe parte do esgoto gerado na cidade de Jerusalém.
A ETE é composta por lagoas aeradas e facultativas, divididas em duas linhas, 1 e 2, conforme figura abaixo:
A linha 1 recebe cerca de 60% da vazão diária de efluente.
DBO média de saída final de 30 mg/L.
A vazão diária média era de 25.600 m³/dia entre o período de novembro-18 a março-2019.
Devido à novas ligações de redes de esgoto houve um aumento de 7% na vazão.
Por conta do aumento de vazão era esperada uma queda na taxa de oxigenação do sistema e, consequente queda na eficiência total do sistema para degradação de carga orgânica.
Preocupados em atender a rigorosa legislação israelense, os dirigentes de OG optaram por utilizar as soluções biotecnológicas da SUPERBAC em uma das linhas como forma de avaliação de uma possível manutenção de eficiência em degradação de carga orgânica, sem qualquer alteração física no sistema de tratamento.
Em novembro de 2019, a SUPERBAC iniciou as dosagens de suas soluções biotecnológicas na linha 2.
Resultados
Como apresentado no gráfico 1, entre os meses de novembro-2019 e março-2020, a Linha 1 (sem tratamento SUPERBAC) obteve valores absolutos médios de DBO, na saída final da linha, de 57 mg/L, sendo que a Linha 2 (com tratamento SUPERBAC), obteve valores absolutos médios de DBO, na saída final da linha, de 40 mg/L, uma redução de 13 % em relação à Linha 1.
No gráfico 2, apresentamos os resultados comparativos de DBO da saída final unificada, ou seja, a junção da saída das linhas 1 e 2 entre os períodos de novembro-2018 a março-2019 (sem dosagens SUPERBAC) e novembro-2019 a março-2020 (com dosagem SUPERBAC) com as vazões médias aferidas em cada período.
Como expressado no gráfico 2, houve uma redução de 40% no valor absoluto médio de DBO (mg/L) na saída final unificada das linhas 1 e 2 e aumento de 7% na vazão média (m³/dia) entre os períodos sem tratamento SUPERBAC (novembro-2018 a março-2019) e com tratamento SUPERBAC (novembro-2019 a março-2020).
Com base nos resultados obtidos, o tratamento foi expandido para a linha 1.
O novo secretário estadual do Ambiente, Rodrigo Mascarenhas, está começando forte o seu trabalho de preservação ouvindo os líderes do setor. Já está na sua agenda a indenização dos pescadores de Sepetiba: existem R$ 6 milhões depositados há três anos que ainda não saíram do papel.
Sair do modo “apagar incêndios” para uma operação previsível é o divisor de águas entre empresas que sobrevivem e aquelas que se tornam referências de eficiência. No setor de saneamento, a gestão de ativos é a chave para transformar a infraestrutura invisível (tubulações enterradas) em dados estratégicos, fornecendo informações que guiarão decisões de alto impacto.
Vivemos em uma sociedade marcada pelo consumo crescente. Nas últimas décadas, a expansão da produção industrial, da urbanização e do consumo de bens ampliou significativamente a geração de resíduos sólidos em todo o mundo.
Um levantamento realizado em sedimentos, peixes e invertebrados que vivem em águas brasileiras profundas, entre 400 e 1.500 metros abaixo da superfície, aponta a presença de microplásticos.
A operação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) está diretamente condicionada à manutenção de sua capacidade hidráulica efetiva que, ao longo do tempo, progressivamente é comprometida pelo acúmulo de lodo nas unidades de tratamento. Tal fenômeno representa uma das principais causas de perda de eficiência, especialmente em sistemas baseados em lagoas de estabilização e reatores biológicos de grande volume.
A expansão do saneamento básico em Dourados, a 233 km de Campo Grande, vai custar mais de R$ 27 milhões, de acordo com o contrato publicado pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) na quinta-feira (21 de Maio).