O papel fundamental do saneamento para a qualidade de vida nas cidades
O modelo de desenvolvimento econômico e urbano adotado no Brasil tende a excluir grupos mais vulneráveis de serviços básicos de
02/11/2026
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
O modelo de desenvolvimento econômico e urbano adotado no Brasil tende a excluir grupos mais vulneráveis de serviços básicos de
Este estudo analisa a eficiência e os desafios operacionais de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) em uma indústria
Os dados foram divulgados pelo movimento social Baía Viva, que cobra a atuação dos órgãos ambientais contra a contaminação.
O acesso universal ao saneamento básico é um dos maiores desafios ambientais e sociais do Brasil. Com a meta estabelecida
Neste trabalho foi realizada uma análise sobre os benefícios da utilização do lodo de esgoto em atividades agrícolas e a
A ausência de políticas públicas voltadas ao saneamento básico é algo que ainda assola muitas pessoas mundialmente, especialmente em locais
A gestão eficiente é exemplo para o Brasil e reflete no compromisso com a qualidade de vida e com a
O estudo é considerado um guia estratégico para políticas públicas voltadas à segurança hídrica e ao desenvolvimento sustentável do estado.
A ampliação do sistema beneficiará 787 mil habitantes, na qual já contempla a previsão de crescimento do SAIC.
A seguir, vamos esclarecer o que são efluentes industriais, como eles podem ser tratados, o que diz a legislação brasileira
Os recentes precedentes do STF sobre o artigo 42, § 5º, da Lei nº 11.445/2007 não tratam apenas da indenização dos investimentos vinculados a bens reversíveis.
O mercado de infraestrutura começou a debater agora algo que deveria ter ocupado a agenda de concessionárias, reguladores e poder concedente desde a promulgação da Lei Complementar nº 214, de 2025, que é o impacto da reforma tributária sobre os contratos de concessão.