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Aterro sanitário de Campo Grande tem somente mais três anos de vida útil, estima prefeitura

A prefeitura de Campo Grande estima que o aterro sanitário de Campo Grande, Dom Antonio Barbosa II tem somente mais três anos de vida útil, ou seja, até 2021. Segundo o município, o recebimento de resíduos de outras cidades como: Corguinho, Rio Negro, Rochedo, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia e Terenos, como vem ocorrendo, “não representa grande impacto” neste prazo, já que o volume “extra” deve abreviar o tempo que a estrutura pode ser utilizada em somente 23 dias.

Desde agosto de 2017 o município vem firmando convênios para receber os resíduos de cidades próximas que não contam com aterro sanitário. O primeiro foi com Sidrolândia, em agosto de 2017 e o mais recente com Rochedo, em janeiro. Além das seis cidades que já encaminham para Campo Grande, desde os resíduos da coleta urbana até o lodo da estação de tratamento de esgoto, pagando pelo deposito R$ 157,71 a tonelada, outros dois municípios podem fazer o mesmo em um futuro próximo, Jaraguari e Rio Verde do Mato Grosso.

Aterro sanitário de Campo Grande

De acordo com a prefeitura, do valor pago atualmente pelas outras cidades para encaminharem os resíduos para Campo Grande, o município fica com 29,4%, o que representa R$ 46,46 por tonelada, sendo o restante destinado a concessionária responsável pela coleta e disposição final dos resíduos sólidos na capital, a Solurb.

Os valores relativos ao tratamento de chorume e da contrapartida do município serão descontados da contraprestação efetuada pelo Poder Concedente, levando em consideração além da desoneração do município de Campo Grande com o tratamento de chorume excedente, também com o passivo ambiental trazido de outro município. O valor referente ao município de Campo Grande é de R$ 46,46 a tonelada”, explica a prefeitura.

Conforme a prefeitura, em média o aterro sanitário de Campo Grande recebe 865 toneladas de resíduos por dia.

Fonte: G1 Mato Grosso dos Sul 

Aterro sanitário de Campo Grande

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