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Galp obtêm 121 mi em resultado líquido no primeiro semestre

O resultado líquido da Galp Energia atingiu os 121 milhões de euros no primeiro trimestre deste ano, o que compara com 47 milhões registados no período homólogo de 2014.

De acordo com um comunicado enviado hoje pela petrolífera portuguesa à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os lucros atingiram os 121 milhões de euros, “um aumento de 75 milhões de euros face ao trimestre homólogo de 2014″, mais 157%, muito por causa de um aumento das margens de refinação.

Em termos de volume de negócios, houve uma quebra de 5% face ao período homólogo de 2014, situando-se nos 3.923 milhões de euros, “que se deveu sobretudo à descida das cotações do petróleo, do gás natural e dos produtos petrolíferos no mercado internacional”, segundo o comunicado.

A melhoria da eficiência da Galp Energia também foi refletida nos custos operacionais que baixaram 9% relativamente ao primeiro trimestre de 2014, no valor de 3.536 milhões de euros.

“A descida de 10% do custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas mais do que compensou o aumento dos custos com fornecimentos e serviços externos, que se deveu ao incremento de custos variáveis relacionados principalmente com a produção de petróleo e gás natural, e do aumento do custo do transporte de mercadorias”, justifica a Galp.

O lucro operacional antes de impostos e amortizações (Ebitda) foi de 398 milhões até 31 de março, um aumento de 133 milhões de euros face ao período homólogo, que foi “influenciado sobretudo pela melhoria dos resultados no negócio de R&D (refinação e distribuição), o qual beneficiou da recuperação das margens de refinação nos mercados internacionais e do aumento dos volumes vendidos de produtos petrolíferos”.

Em relação ao negócio de exploração e produção (E&P), “este foi negativamente impactado pela queda do preço do petróleo, não obstante o aumento da produção”, adianta ainda a empresa.

O investimento da Galp Energia no primeiro trimestre de 2015 totalizou 283 milhões de euros, com o investimento no negócio de exploração e produção de crude a representar 96% do total, referem, sendo que 87% do investimento neste segmento se destinou “a atividades de desenvolvimento, principalmente no Brasil”.

A Galp destaca no trimestre as atividades no campo Lula/Iracema, nomeadamente a perfuração de poços de desenvolvimento, a construção de unidades FPSO (plataformas petrolíferas em forma de navio) e também a construção do gasoduto Cabiúnas.

Em termos de endividamento, a Galp Energia apresentou uma dívida líquida no primeiro trimestre de 2015 de 2.353 milhões de euros, “uma diminuição de 167 milhões de euros face ao final de 2014″.

A empresa ressalta que, “considerando como caixa e equivalentes o saldo de 925 milhões de euros do empréstimo concedido à Sinopec, a dívida líquida no primeiro trimestre era de 1.429 milhões de euros”.

A 31 de março deste ano, a Galp Energia tinha linhas de crédito contratadas mas não utilizadas de 1.100 milhões de euros.

 

 

Fonte: Observador

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