saneamento basico

Inaugurado em Varginha/MG o primeiro aterro sanitário operado pela Copasa

Instalado em uma área de 20 hectares, a 10 km do centro de Varginha, o aterro sanitário utiliza as melhores técnicas de engenharia para esse tipo de obra

No último sábado (1/7), a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) e a Prefeitura de Varginha deram início às operações do aterro sanitário do município, que fica na Rodovia MG 157, estrada que liga Varginha a Carmo da Cachoeira. Estiveram presentes à inauguração, a presidente da Copasa, Sinara Meireles, o prefeito de Varginha, Antônio Silva, outros representantes do Executivo e do Legislativo Municipal, prefeitos e vereadores da região, além de outras autoridades.

Sinara Meireles ressaltou a importância dos aterros sanitários para as cidades, já que são estruturas adequadas para a disposição dos resíduos, com dinâmica própria de ocupação, controle e monitoramento ambiental. “Esse aterro sanitário é o primeiro operado em Minas Gerais pela Copasa. A sensibilidade da Prefeitura de Varginha, no sentido de entender a importância do tratamento dos resíduos sólidos como uma ação de saneamento, levou a Copasa a fazer esse investimento nessa instalação, que é adequada para receber resíduos, diferentemente de um lixão”, afirmou a presidente da Copasa.

O prefeito Antônio Silva falou sobre a boa reputação da Copasa em Varginha. “A Companhia tem uma referência de serviços prestados à nossa cidade de altíssima qualidade. Ao longo de 30 anos que ela (Copasa) está aqui, não tivemos nenhum problema, nenhum questionamento, nada que pudesse causar qualquer polêmica em relação a esse convênio. E essa referência fundamental é que nos levou, justamente, a firmar essa nova parceria a respeito do aterro sanitário, que é o tratamento adequado do nosso lixo”, disse Antônio Silva.

Coleta

A Prefeitura de Varginha continua a fazer a coleta de lixo e acrescentou a coleta seletiva em alguns bairros, permitindo separar materiais que podem ser destinados à reciclagem. Os resíduos sólidos domiciliares e urbanos são encaminhados ao aterro sanitário, para que a Copasa faça a destinação final. Na manhã do sábado (1/7), chegaram ao aterro os primeiros caminhões carregados com o lixo, que foi devidamente pesado, depositado no terreno, compactado e coberto com terra. Tudo de acordo com as melhores práticas de operação de aterro sanitário.

O aterro sanitário

Após a terraplenagem do local, o terreno foi impermeabilizado para não haver contaminação das águas subterrâneas. Também foram feitas linhas para condução dos líquidos contidos na massa orgânica de resíduos aterrados, o chamado chorume. Esses líquidos serão conduzidos para uma lagoa de reservação e, posteriormente, coletados e encaminhados para Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), em Varginha. Os gases, que também são produzidos pela decomposição de matérias orgânicas, serão queimados, podendo, no futuro, serem aproveitados como fonte energética. Os resíduos depositados no aterro são compactados e cobertos com terra do próprio local, conferindo melhor estruturação do aterro. Será realizado também, monitoramento constante da compactação dos resíduos, dos líquidos, dos gases, dos níveis de poeira e dos ruídos produzidos no local.

Fonte: COPASA

Últimas Notícias:
Reciclagem exige mudança de hábitos e combate ao consumismo (1)

Reforma tributária no saneamento: O que sua operação precisa ajustar agora para não gerar prejuízos futuros | EOS Systems

A reforma tributária brasileira não se limita a uma alteração de alíquotas, mas representa uma transformação estrutural na arquitetura de dados das operações de saneamento. Com a transição para o modelo de IVA Dual — composto pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) —, inconsistências nesse processo podem gerar impactos financeiros relevantes. Para mitigar esses riscos, torna-se necessário um ajuste imediato em três frentes estratégicas.

Leia mais »
Entenda Com Diego Borges, O Porquê Do Saneamento Básico Ser Um Motor Do Desenvolvimento Econômico

Entenda Com Diego Borges, O Porquê Do Saneamento Básico Ser Um Motor Do Desenvolvimento Econômico

O saneamento básico está diretamente ligado à qualidade de vida e à eficiência econômica de uma região. Segundo Diego Borges, profissional da área, quando esse conjunto de serviços é estruturado de forma consistente, cria-se uma base sólida para o crescimento sustentável. Entretanto, em contrapartida, a ausência de infraestrutura sanitária gera perdas invisíveis que comprometem produtividade, saúde e competitividade. Com isso em mente, acompanhe a leitura e entenda como essa dinâmica influencia decisões estratégicas e resultados de longo prazo.

Leia mais »