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Com crise na economia, acordos entre Brasil e China são bem-vindos

Nesse momento em que a economia está bem devagar, uma boa notícia. Brasil e China assinaram 35 acordos em um total de US$ 53 bilhões. Petróleo e infraestrutura estão entre os principais setores. São cifras bilionárias tem empréstimo até para Petrobras.

Exatamente, no momento em que a Petrobras, porque teve o rebaixamento, está com dificuldades de pegar empréstimos no mercado internacional para os seus investimentos.

O embaixador José Alfredo Graça Lima, subsecretário-geral de política do Itamaraty, disse que esses US$ 53 bilhões têm que ser lidos como intenção de investimentos. De fato, de concreto mesmo só o que estava decidido anteriormente. Mesmo assim, o volume de acordos com o governo ou com empresas privadas mostra essa potencialidade da relação entre Brasil e China. É muito grande e hoje muito dependente da venda de minério de ferro apenas.

De concreto houve a venda de 22 aviões da Embraer mas o acordo para a venda de 60 aviões já havia sido assinado pelo presidente Xi-Jiping quando ele veio ao Brasil no ano passado. Então foi só a confirmação e de apenas uma parte.

Foi levantado também o embargo de venda de carne bovina para a China mas isso também havia sido decidido na outra visita. Agora foi a formalização que beneficia nove frigoríficos, sendo cinco deles do grupo JBS. O acordo para a construção da linha de transmissão de Belo Monte bate em um ponto: os chineses estão atrasadíssimos na entrega da linha de transmissão de Teles Pires.

Mesmo sendo só intenção de investimento e vários acordos serem apenas a confirmação do que já havia sido assinado antes, chega em boa hora. O Brasil está em recessão e com redução de investimento público e privado. É uma boa hora para o governo chinês anunciar a vontade de viabilizar fundos de investimento em projetos de infraestrutura.

Um grande problema entre os dois países é a barreira da língua. Segundo o jornal Valor Econômico, no almoço dos empresários no Itamaraty tinha um problema. A maioria dos cartões de visita dos chineses era apenas em mandarim, e um grande número de chineses não falava inglês. Assim eles não conseguiam conversar. Está na hora das empresas brasileiras investirem em mandarim.

 

 

Fonte: G1

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