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Bomba de Lóbulos Rotativos TORNADO® T.Sano Higiênica

Bomba de Lóbulos Rotativos TORNADO® T.Sano Higiênica | Netzsch

Estas bombas são adequadas para meios sensíveis e agressivos, além de meios com altos requisitos de higiene.

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Em versão totalmente metálica, certificadas, são utilizadas principalmente na indústria Química e Alimentícia. Estas bombas são adequadas para meios sensíveis e agressivos, além de meios com altos requisitos de higiene. Econômica e compactas, a T.Sano é totalmente livre de óleo e câmeras sem zonas mortas.

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No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?
O Governo de São Paulo informou que cerca de 3 milhões de pessoas passaram a ter acesso a saneamento básico. Além disso, outras 2 milhões receberam abastecimento de água potável desde a desestatização da Sabesp, concluída em 2024.
Plano prevê modernização dos sistemas, ampliação da infraestrutura e novas tecnologias para garantir segurança hídrica e ambiental até 2033.
Os sistemas descentralizados têm uma lógica de aplicação bem definida — não são uma solução de segunda escolha, mas sim a resposta tecnicamente mais adequada para determinados contextos. 
Ao final da desestatização da Copasa, surgiram críticas à “robustez” do modelo. Cito algumas: falta de previsão contratual suficiente de metas de universalização e qualidade; ausência de disciplina para áreas socialmente sensíveis; falta de transparência e açodamento na renegociação com os municípios e na regionalização; e erro no modelo de precificação das ações.