saneamento basico

Guia de Compras

Bombas Peristálticas Vibropac

Bombas Peristálticas

Sua forma construtiva sem selo mecânico torna sua operação mais simples e segura sem vazamentos ou contaminações, com vazão máxima de até 77 m³/h, pressão máxima de 16 bar e viscosidades de até 352.000 SSU (70.000 CST).

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

Bombas Peristálticas Vibropac

As bombas peristálticas distribuídas pela VIBROPAC são utilizadas nas mais diversas aplicações de bombeamento, podendo operar com fluidos de alta viscosidade, elevada concentração de sólidos em suspensão e teor de fibras.

Sua forma construtiva sem selo mecânico torna sua operação mais simples e segura sem vazamentos ou contaminações. Com vazão máxima de até 77 m³/h, pressão máxima de 16 bar e viscosidades de até 352.000 SSU (70.000 CST).

Bombas Peristálticas

A sua construção robusta e design avançado reduzem a necessidade de manutenção e reparos, aumentando assim o índice de confiabilidade de suas instalações.

Saiba mais sobre a Vibropac e suas soluções!

Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
O estado de São Paulo atingiu a meta do Novo Marco Legal do Saneamento Básico de 90% da população coberta com coleta de esgoto, apresentando 90,54% de cobertura. A marca só perde para o Distrito Federal, que tem 92,30% de coleta.
O crescente número do consumo mundial de materiais plásticos, e consequente crescente geração de resíduos, tem aumentado o foco na evolução da economia circular e da gestão sustentável de resíduos.
Uma das iniciativas recém-anunciadas é a produção de tapetes automotivos pela Borkar a partir de retalhos de PVC descartados na fabricação dos bancos dos carros.
O tratamento de efluente industrial proveniente de processos específicos consiste em tratá-lo de modo a adequá-lo às normas e regulamentações vigentes para despejo no corpo receptor (rios) e/ou recuperá-lo de forma usá-lo como água de reúso para diversos fins.
Ademais, esse tipo de atividade gera efluentes com elevadas cargas orgânicas, o que pode comprometer o desempenho operacional de estações de tratamento anaeróbio, como é o caso de reatores UASB.
A constatação é do Instituto Trata Brasil, ao divulgar a terceira edição do estudo Avanços do Novo Marco Legal do Saneamento Básico no Brasil de 2024 (SNIS, 2022).