saneamento basico

Guia de Compras

Floculador

Floculador

Essa mistura é forçada e realizada por FLOCULADORES mecânicos que possuem turbinas com tecnologia apropriada e rotação controlada para a perfeita formação dos flocos.

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

Floculação é um processo de aglomeração de partículas poluentes da água, de modo a formar uma partícula maior e ser removida por sedimentação num decantador ou como escuma num flotador

Após receber a dosagem de coagulantes, a massa de água bruta deve estar em movimento controlado para provocar a aproximação e aglomeração das partículas.

Essa mistura é forçada e realizada por FLOCULADORES mecânicos que possuem turbinas com tecnologia apropriada e rotação controlada para a perfeita formação dos flocos.

A NAQUA fornece floculadores mecânicos em vários modelos

– FLOCULADOR COM TURBINA DE FLUXO AXIAL modelo FMAX, com turbina de pás inclinadas, gera um fluxo vertical na massa líquida. É indicado para instalação nas primeiras câmaras de floculação que exigem maior gradiente de velocidade.

– FLOCULADOR COM TURBINA DE PALETAS modelo FMPA, com turbina de braços horizontais e paletas verticais em material plástico, gera um fluxo radial na massa líquida. É indicado para instalação nas últimas câmaras de floculação que exigem menor gradiente de velocidade para evitar a “quebra” de flocos.

Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
O governo federal relançou o PAC Drenagem com dotação de R$ 18,4 bilhões para 12 regiões metropolitanas. Além disso, a iniciativa traz uma mudança estrutural em relação aos ciclos anteriores.
A abertura do Fórum Novo Saneamento reuniu lideranças políticas, especialistas e representantes do setor para discutir os desafios e prioridades da agenda pública do saneamento até 2033. O debate destacou a necessidade de modernização regulatória, segurança jurídica e ampliação dos investimentos no país.
Os investimentos em saneamento dispararam nos últimos anos graças ao novo Marco Legal, mas um nicho que “ficou para trás” está sendo visto por muitos como a próxima grande oportunidade do setor.
O saneamento básico avançou no estado de São Paulo e já beneficiou 3,8 milhões de pessoas. Quase dois anos após a desestatização da Sabesp, mais de 1,5 milhão de domicílios foram conectados ao sistema de tratamento de esgoto.
No setor de saneamento, a falta de integração entre sistemas não é apenas um problema de TI; é um risco operacional sistêmico. Quando o sistema comercial (faturamento) não se comunica com o operacional (telemetria/GIS) e ambos ignoram o fiscal (ERP), a operação da concessionária entra em um ciclo de desorganização de dados, onde a informação se torna incompleta e a tomada de decisão perde efetividade.
Nos últimos meses, uma sequência de notícias sobre concessões esvaziadas, revisões de modelagens e redução do interesse privado em projetos de saneamento reacendeu um debate incômodo. O novo marco legal do setor (Lei 14.026/2020) estaria falhando em sua principal promessa: a universalização dos serviços até 2033?