saneamento basico

Guia de Compras

Osmose Reversa Vibropac

Osmose Reversa | Vibropac

Aproveitando-se dos anos de experiência na produção de Sistemas de Injeção Química e de produtos para tratamento de efluentes, a VIBROPAC desenvolveu uma nova tecnologia para FILTRAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS.

Faça sua Cotação Agora

Descrição Completa

Osmose Reversa Vibropac

Segundo aproveitando-se dos anos de experiência na produção de Sistemas de Injeção Química e de produtos para tratamento de efluentes, a VIBROPAC desenvolveu uma nova tecnologia para FILTRAÇÃO E TRATAMENTO DE ÁGUAS.

Ademais a Osmose Reversa é o nível mais elevado de filtração disponível. Suas membranas agem como uma barreira física às contaminações com poros da ordem de 0,5 nanômetro, unidade de medida 10 milhões de vezes menor que 1 milímetro. A dimensão de sua porosidade é capaz de reter todos os sais e moléculas inorgânicas dissolvidas, como também moléculas orgânicas com um peso molecular maior que 100.

Osmose Reversa Vibropac

Mas por outro lado, moléculas de água que são bombeadas em altas pressões tangencialmente à esta parede de membrana, a atravessam, criando um fluxo de produto purificado chamado de permeado. Portanto a rejeição de sais dissolvidos fica acima de 99% criando o fluxo que conhecemos por rejeito.

Então um sistema de filtração em osmose reversa opera sob condições extremas, dada as dimensões de partículas à que ela filtra, pressão da água bombeada e interferência física e química que os contaminantes criam durante esta etapa, por isso a necessidade de se contar com uma empresa séria e experiente para desenvolver o projeto e construção destes equipamentos, e assim garantir a produção de água eficiente e sem surpresas.

 

Vídeos, Artigos e Notícias - Mais Recentes
A desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo em 2024, impulsionou uma série de mudanças no setor de saneamento básico no estado. Segundo dados da companhia, o novo modelo ampliou investimentos, acelerou obras e, além disso, aumentou a cobertura de água e esgoto, com o objetivo de antecipar a universalização dos serviços para 2029.
Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.
O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.
Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.
Equipamento inédito no Brasil aumenta a capacidade da ETE Barueri e vai beneficiar milhões de pessoas em 11 municípios da região.