O futuro dos microplásticos no Mar Negro: Exportações fluviais e opções de redução para poluição zero
O Mar Negro recebe quantidades crescentes de microplásticos provenientes de rios.
O Mar Negro recebe quantidades crescentes de microplásticos provenientes de rios.
Pesquisadores sugerem soluções sustentáveis para o crescente problema do lixo espacial. Às vezes, o que sobe não desce; em vez disso, torna-se um problema.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que pretende privatizar a Copasa até abril. Segundo ele, em entrevista nesta segunda-feira (8), todos grupos privados do setor no país já teriam manifestado interesse na companhia de saneamento mineira, o que poderia movimentar pelo menos R$10 bilhões.
Esses compostos, presentes em rios e corpos d’água, representam riscos ainda pouco visíveis, mas potencialmente graves tanto para a vida aquática quanto para as populações humanas.
A Sabesp está conduzindo uma das maiores modernizações tecnológicas já realizadas por uma empresa de saneamento no mundo, impulsionada por um plano de investimentos de R$ 70 bilhões até 2029.
Com aproximadamente 88 mil hectares, o local protege a região que abriga a maior biodiversidade marinha do Atlântico Sul.
O assunto foi discutido, na tarde desta quinta-feira (4), com a secretária de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo, Natália Resende, em uma reunião no Palácio das Cerejeiras.
Em Goiás, 125 municípios já realizam a destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos. Os dados são do levantamento mais recente da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Goiás (Semad), feito em setembro como parte do Programa Lixão Zero, que tem o objetivo de encerrar todos os lixões a céu aberto no estado e estruturar a regionalização do saneamento básico.
“Sujos” ou “extremamente sujos”: estas são as classificações de 46% dos ambientes aquáticos do mundo. A conclusão é de um levantamento que compilou e sistematizou dados de 6.049 registros de contaminação por lixo em ambientes aquáticos de todos os continentes ao longo da última década.
O Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras, totalizando 5,8 bilhões de m³ por ano, suficiente para abastecer 50 milhões de pessoas.