Produção de resíduos cresce em 2024; destinação adequada melhora
Em 2024, o Brasil gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU), registrando um crescimento de 0,75% em relação ao ano anterior.
Em 2024, o Brasil gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU), registrando um crescimento de 0,75% em relação ao ano anterior.
O Brasil enfrenta uma das maiores crises de saneamento do mundo, com mais de 5 mil piscinas olímpicas de esgoto sendo despejadas diariamente sem tratamento em rios e mananciais, segundo dados do Instituto Trata Brasil.
A Sanepar iniciou em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, um projeto de monitoramento remoto para identificar os níveis de efluentes nos pontos de acesso às redes subterrâneas, com o objetivo de evitar que o material extravase e suba para as ruas.
Acesso a sistemas formais de água recuou 0,5 ponto percentual. Cinco anos após o Marco Legal do Saneamento Básico entrar em vigor, o país não apresentou uma evolução significativa nos indicadores de saneamento básico.
Como consequência desse crescimento populacional, há impermeabilização do solo, ocupação das faixas marginais de proteção dos rios, desmatamentos, canalização de rios, quantidade crescente de resíduos sólidos que são jogados nesses corpos hídricos, dentre outras.
Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento apontam desigualdades regionais; Norte e Nordeste concentram os piores índices de acesso.
O país é o quinto que mais gera lixo eletrônico no mundo, com 2,4 milhões de toneladas anuais, e ainda registra baixa coleta formal de resíduos eletroeletrônicos. Sérgio Diniz, agente de coletas e porta-voz da Ecobraz, destaca avanço regulatório e obstáculos para melhores resultados.
Recursos garantem aceleração dos investimentos para desenvolvimento sustentável do Pantanal.
O saneamento básico é um dos pilares fundamentais para garantir saúde e qualidade de vida para a população.
O Mar Negro recebe quantidades crescentes de microplásticos provenientes de rios.