Saneamento avança pouco e apenas 94 municípios se aproximam da universalização
Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033
Levantamento da Abes mostra que só 3,67% das cidades avaliadas alcançaram os indicadores mais próximos das metas previstas para 2033
Cobrada em algumas cidades há décadas e recém-implantada em outras, a chamada “taxa de lixo” tem ganhado espaço nos debates públicos do Alto Tietê. Embora a medida costume gerar resistência da população, especialistas afirmam que a cobrança deixou de ser apenas uma opção das prefeituras e passou a ser uma exigência legal prevista na Lei Federal nº 14.026/2020, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que determina que os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos tenham sustentabilidade econômico-financeira, ou seja, uma fonte específica de arrecadação.
Melhorar a transparência na gestão de resíduos e criar mecanismos mais eficientes. Para acompanhar os resultados da logística reversa estão entre os desafios de Santa Catarina para avançar na economia circular. Para atender a essa demanda, o estado ganhou uma nova plataforma digital. Com ela, será possível acompanhar, de forma integrada, todo o fluxo da logística reversa no estado.
Os ecopontos são espaços públicos criados para o recebimento voluntário de materiais recicláveis e resíduos volumosos. O objetivo é constituir uma alternativa à população para a destinação gratuita e ambientalmente correta para materiais que não devem ser jogados no lixo comum ou em terrenos baldios.
A Justiça da Bahia suspendeu os efeitos financeiros da renovação de um contrato de R$ 2,67 bilhões para a operação do Aterro Sanitário Metropolitano Centro, em Salvador.
Esse estudo publicado em 2024 tem como cenário um dos aterros sanitários mais monitorados da Europa: o Aterro Fossetto, localizado na Toscana (Itália), avaliado sistematicamente por órgãos ambientais, centros de pesquisa e universidades ao longo de mais de três décadas.
A Polpel, única empresa no Brasil especializada na reciclagem de liners — o papel revestido de silicone que sobra após colar figurinhas. Projeta processar duas toneladas do material durante a Copa do Mundo de 2026, volume quase dez vezes superior às 230 quilos registrados na edição de 2022. O salto reflete a adesão de grandes companhias, como a Natura (NATU3), e uma campanha viral nas redes sociais que mobilizou pessoas físicas a enviarem os resíduos diretamente para a recicladora, localizada em Guarulhos (SP).
Campanha acaba, o lixo fica. Santinho, praguinha, panfleto. Papel que suja bueiro, entope galeria e volta como enchente. É resíduo eleitoral, mas o custo é ambiental e educacional.
Pense na quantidade de plásticos que você usa e descarta diariamente. É um copo de água no escritório, uma embalagem de delivery no almoço, um prato e um garfinho no aniversário na firma, uma garrafa de suco e o pacote de chocolate depois do jantar. Multiplique essas cenas por bilhões de pessoas e terá uma vaga noção do tamanho da geração de resíduos no planeta.
O artigo científico “Impact assessment of concentrate recirculation on the landfill gas production”, de autoria de Nikola M. Džolev e Goran V. Vujić, foi publicado em 2016 no periódico internacional Thermal Science, volume 20, nº 4, páginas 1283–1294, com DOI 10.2298/TSCI160401137D.