Orizon transforma lixo em biometano e reduz emissões em até 90%
Dos mais de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidos no Brasil em 2025, cerca de 40% tiveram destinação inadequada.
Dos mais de 81 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidos no Brasil em 2025, cerca de 40% tiveram destinação inadequada.
No dia 17 de maio de 2026, foi celebrado o Dia Mundial da Reciclagem. A data deveria servir não apenas para campanhas institucionais e discursos protocolares, mas principalmente para uma profunda reflexão sobre a realidade brasileira na gestão de resíduos sólidos e no reaproveitamento de materiais recicláveis.
Cerca de 30% das embalagens plásticas que usamos no dia a dia não são recicladas e acabam como rejeito em aterros sanitários por sua composição mista – os laminados de embalagens de salgadinhos, café e sachês, por exemplo.
Vivemos em uma sociedade marcada pelo consumo crescente. Nas últimas décadas, a expansão da produção industrial, da urbanização e do consumo de bens ampliou significativamente a geração de resíduos sólidos em todo o mundo.
Todos os dias cada pessoa gera em média um quilo de resíduos no planeta, é o que revela o relatório What a Waste, do Banco Mundial, que monitora a produção global de resíduos.
Estudo mostra que 20 milhões de toneladas de resíduos plásticos entram no ambiente todos os anos e que a gestão de resíduos por si só não consegue resolver o desafio dessa poluição
Reciclar é importante. E também necessário. No entanto, especialistas alertam que apenas separar resíduos não será suficiente para reduzir os impactos da crise climática. Nem da degradação ambiental.
Especialista em limpeza urbana, Osmário Ferreira fala sobre educação ambiental, economia circular e os caminhos para cidades como Ribeirão Preto avançarem na gestão de resíduos
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, na última terça-feira (12/5), em dois turnos, um projeto de lei. A proposta moderniza a coleta seletiva na capital. Além disso, estabelece a obrigatoriedade da separação dos resíduos sólidos em três frações distintas. São elas: recicláveis, orgânicos e rejeitos.
Um consórcio formado por 31 cidades no estado brasileiro de Minas Gerais leiloará um contrato de concessão relacionado a resíduos sólidos, que deve gerar investimentos de R$2,32 bilhões (US$470 milhões).