Como identificar fraudes e leituras irregulares antes que afetem a receita | EOS Systems
No setor de saneamento e utilidades públicas, a receita faturada é a única fonte primária para o custeio da operação e a expansão da infraestrutura.
No setor de saneamento e utilidades públicas, a receita faturada é a única fonte primária para o custeio da operação e a expansão da infraestrutura.
É uma só infraestrutura e uma só organização. Então, por que diferentes áreas deveriam criar representações distintas e visões divergentes, resultando em estratégias fragmentadas e uso ineficiente dos recursos?
A capacidade de priorizar a fiscalização e substituição de hidrômetros em conjunto com a gestão dos DMCs representa uma mudança de paradigma no combate às perdas de água, permitindo priorizar ações para obter o máximo retorno verificável.
A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deu início ao maior investimento da história no combate às perdas de água em Belo Horizonte e Região Metropolitana (RMBH).
Uma empresa de saneamento nos EUA utiliza o software Baseform para planejar a substituição do seu parque de hidrômetros. Baseform inclui um ambiente visual em 3D para gerir hidrômetros de uma forma interativa com o usuário.
Eles vieram conhecer os processos aplicados na gestão da micromedição.
A ação faz parte do planejamento 2016 da diretoria de mercado da concessionária, que visa regularizar a cobrança do fornecimento de água com base naquilo que os clientes consomem e ainda incentivar o uso racional da água. “O que é bom para o consumidor é que com o hidrômetro novo, o cliente só vai pagar o que usar. E dessa forma, a prática de evitar o desperdício vai implementar um dos grandes objetivos da Cosanpa, que é o uso racional da água”, disse o diretor de mercado da Companhia, João Barral.
“Os indícios apontam que as empresas acordavam e/ou discutiam preços a serem praticados e dividiam o mercado e os clientes"
O Departamento Municipal de Água e Esgoto (Dmae) realiza a troca de milhares de hidrômetros em Uberlândia. As mudanças foram feitas devido à recomendação do Inmetro, que indica que o tempo de uso do aparelho não deve ultrapassar os cinco anos. Mas na cidade, alguns estão instalados há mais de 30 anos, sendo que a maioria das substituções feitas têm mais de 15 anos de uso.