Por que o Brasil está longe da universalização do saneamento?
Uma das fragilidades do sistema brasileiro é o desperdício: cerca de 40% da água captada nos mananciais se perde antes de chegar à população
Uma das fragilidades do sistema brasileiro é o desperdício: cerca de 40% da água captada nos mananciais se perde antes de chegar à população
Dados mais recentes do setor indicam que investimento médio ainda está longe do patamar estimado para garantir acesso universal a água tratada e coleta de esgoto no país.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”
Hoje, 29,4% da água da companhia se perde pelo caminho, gerando prejuízo milionário e impacto no bolso do consumidor, que acaba pagando a conta.
Segundo dados do Instituto Trata Brasil, o país desperdiça 40,3% de toda a água tratada antes de ela chegar ao consumidor, o equivalente a 5,8 bilhões de metros cúbicos por ano, volume suficiente para abastecer aproximadamente 50 milhões de pessoas.
Temos o prazer de convidá-lo(a) para a Conferência Waterloss 2026, o principal evento global dedicado aos desafios e soluções na gestão de perdas de água.
A pesquisa ativa de vazamentos é uma enorme vantagem quando usada com sabedoria.
Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento apontam desigualdades regionais; Norte e Nordeste concentram os piores índices de acesso.
O Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras, totalizando 5,8 bilhões de m³ por ano, suficiente para abastecer 50 milhões de pessoas.
O Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, publica o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023): Desafios na Eficiência do Saneamento Básico no Brasil”, que…