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Investimentos da Sabesp melhoram saneamento em Santo André/SP

Investimentos da Sabesp em Saneamento

Desde que assumiu os serviços em Santo André em setembro de 2019, a Sabesp tem investido continuamente na ampliação e na melhoria do saneamento no município.

Foram aplicados, no total, R$ 330 milhões em obras e projetos para dar mais saúde e qualidade de vida à população e preservar o meio ambiente.

As obras para melhorar o sistema de abastecimento de água no município, no valor de quase R$ 250 milhões, somam 10 km de adutoras e 65 km de novas redes de distribuição. Cerca de 5.000 famílias que eram abastecidas antes por caminhões-tanque passaram a ser atendidas por tubulações. As melhorias também possibilitaram antecipar em três anos as metas de redução de perdas.

Os trabalhos no sistema de esgoto dobraram a extensão da rede coletora, beneficiando, além de moradores, também o meio ambiente. Sete córregos – Utinga, Itrapoã, Beraldo, Cassaquera, Bahamas, Comprido e Capuava – deixaram de receber o despejo de esgoto, que passou a ser levado para tratamento por meio de novas tubulações. Além disso, 25 coletores foram executados e/ou recuperados.

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Com o Água Legal, programa da Companhia reconhecido pelas Pacto Global da ONU e que tem como finalidade levar saneamento a áreas de alta vulnerabilidade social, mais de 60 mil moradores de Santo André foram beneficiados com regularização de 14 mil ligações de água e 3.000 ligações de esgoto, num investimento de aproximadamente R$ 15 milhões.

Atualmente, a Companhia executa obras para regularizar o abastecimento de água na comunidade do Morro da Kibon, com aproximadamente 1.500 ligações que vão beneficiar 6.000 moradores.

Os investimentos da Sabesp fizeram os índices de saneamento crescer. O índice de cobertura de abastecimento passou de 96% para os atuais 100%. Já a cobertura de coleta de esgoto foi de 95% para 99%. Do esgoto coletado, 75,8% hoje são enviados para tratamento (contra 42% em 2019).

Santo André também subiu 23 posições no ranking de saneamento do Instituto Trata Brasil: no estudo de 2023, aparece a 27ª colocação; em 2019, estava na 50ª.

Fonte: Sabesp.

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