saneamento basico

Testes hidrostáticos em tubulações de planta de celulose utilizam equipamentos Itubombas

Fornecimento envolveu a locação de motobombas ITU-63C17, adotadas em série para atingir uma altura manométrica total (AMT) de 300 mca.

Identificar vazamentos e avaliar a resistência de tubulações e/ou equipamentos sujeitos a trabalhos sob pressão de fluidos, é fundamental para garantir o pleno funcionamento e segurança das operações. Chamado de teste hidrostático, o procedimento realizado com essa finalidade demanda a utilização de motobombas, que ficam responsáveis por preencher todo o sistema com líquido pressurizado.

Por se tratar de uma aplicação temporária, a locação dos equipamentos necessários para a realização dos testes se destaca como uma das opções mais vantajosas. Em abril, essa alternativa foi escolhida por uma empresa brasileira da área de construção, contratada para prestar serviços em tubulações em uma fábrica de celulose, localizada em Minas Gerais.

Ao todo, a companhia locou quatro motobombas ITU-63C17, da Itubombas, que foram instaladas na bacia de alimentação de água da planta. Os equipamentos tiveram como missão realizar o enchimento de uma tubulação de aproximadamente 20 km, a fim de realizar o teste hidrostático da rede.

“Para que isso fosse possível, o trabalho foi dividido em duas partes: uma das bombas operou na estação de bombeamento 1, com pressão de 15 bar e vazão de 170 m3/h. Esse equipamento ficou responsável por fazer a retirada de água da bacia de alimentação e bombeá-lo para a estação de bombeamento superior – trajeto que demandou uma altura manométrica total (AMT) de 150 mca”, explicou Emerson Brini, Engenheiro de Vendas da Itubombas.

Na estação de bombeamento 2, por sua vez, foram utilizadas três motobombas em série, cada uma operando, em média, com 9 bar de pressão, a fim de atingir 170 m3/h e 300 mca.

Ao optar pela locação das motobombas junto a um parceiro confiável, a construtora conseguiu realizar os testes hidrostáticos com sucesso, atendendo aos prazos acordados com o cliente final, sem precisar se preocupar em manter uma frota própria de equipamentos. Além de fornecer as bombas, a Itubombas também ofereceu todo o suporte técnico para dimensionamento hidráulico da aplicação e operação, bem como os acessórios necessários para que o sistema funcionasse adequadamente.

Sobre a Itubombas

Fundada em 2003, a Itubombas é uma empresa especializada no desenvolvimento de soluções de engenharia, locação e instalação de conjuntos de motobombas a diesel e elétrica com escorva automática com vazões até 2000m³/h e pressões até 400 mca (40bar). Com sede em Itu, a empresa é capaz de atender instalações de médio e grande porte em todo território nacional, utilizando a tecnologia de bombeamento com escorva automática a vácuo. Modernos e eficientes, os equipamentos da empresa foram concebidos para proporcionar agilidade, confiabilidade e simplicidade em operações de bombeamento de líquidos ou rebaixamento de lençol freático. Para mais informações, acesse:  www.itubombas.com.br

Últimas Notícias:
Luta contra desperdício de água inclui ‘robô de Marte’ e cães farejadores

Luta contra desperdício de água inclui ‘robô de Marte’ e cães farejadores

A cada três litros de água tratada que saem de uma estação de saneamento no Brasil, um desaparece antes de chegar à torneira de alguém. Além disso, o indice médio de perdas em 2024 (39,5% segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da consultoria Ex Ante). É o dobro do considerado aceitável e bem acima da média de 15% dos países desenvolvidos e poderia ser suficiente para resolver boa parte do déficit que ainda deixa 33 milhões de brasileiros sem acesso à água potável.

Leia mais »
Chega de tanta água jogada fora

Chega de tanta água jogada fora

Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.

Leia mais »