saneamento basico

As águas subterrâneas

As águas subterrâneas são fundamentais para a segurança hídrica brasileira e a gestão dessas águas está prevista na Política Nacional de Recursos Hídricos, criada pela Lei nº 9.433/1997.  O livro “Governança das Águas Subterrâneas: Desafios e Caminhos” trata mais sobre o tema e tem como objetivo a reflexão sobre a gestão dos aquíferos.

A coordenadora do livro, Pila Carolina Villar fala sobre a experiência: “Mais um livro que coordeno e escrevo para a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico – ANA: Governança das Águas Subterrâneas: Desafios e Caminhos. Este projeto representa a realização de um sonho. As águas subterrâneas sempre estiveram no meu caminho, mesmo antes de que eu as conhecesse. Nasci no território do aquífero Guarani e suas águas mataram minha sede e me refrescaram no calor de Ribeirão Preto. Apesar disso, só tive o privilégio de ser formalmente apresentada a elas durante meu estágio na Promotoria de Meio Ambiente. A jovem estagiária um tanto quanto sem perspectiva em relação ao direito, conheceu esse gigante, que desde então se tornou uma importante fonte de realizações e a base de sua carreira. Quanto aprendizado, aventuras e amigos os aquíferos me trouxeram! As águas subterrâneas são mágicas, não as vemos, mas elas transformam vidas, paisagens e ecossistemas. Agradeço imensamente a ANA por mais essa parceria e pela ousadia de confiar a uma advogada a gestão desse projeto que busca permitir que qualquer um, independentemente, de sua formação possa compreender a dimensão e importância dos aquíferos. Espero que gostem e que juntos possamos tornar o invisível, visível. Agradeço também a todos que me ajudaram nessa empreitada.”

Veja o material completo: Aguas_Subterraneas_pt_BrCarolinaPilar

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »