saneamento basico

Concreto permeável: Viabilidade técnica na drenagem urbana na cidade de Manaus

Resumo

O crescimento populacional tem provocado situações preocupantes quanto ao uso e ocupação do solo desordenado, ocasionando diversos impactos ambientais como inundações, enchentes, degradação das aguas pluviais, entre outros. E para reduzir os grandes volumes de escoamentos superficiais, minimizar impactos, aumentar a capacidade de infiltração, o concreto permeável em pavimentos apresenta-se como uma possível alternativa de resposta. O objetivo geral deste artigo é analisar a viabilidade técnica do concreto permeável por meio das propriedades físicas e mecânicas, demostrando a aplicabilidade em determinada via de Manaus. Para a realização da pesquisa foram levantados dados sobre as propriedades físicas e mecânicas por meio de pesquisa bibliográfica sistemática. Para avaliar a viabilidade técnica do concreto permeável em vias da Cidade de Manaus, um estudo das características de uma determinada via foi realizado, identificando os parâmetros de projeto para o uso de pavimento permeável. Com isso foi possível avaliar a aplicação de pavimento permeável em uma via de Manaus identificando as vantagens e limitações no uso de técnica construtiva. Percebe-se para a fim de uso do concreto permeável é um material com boas características drenantes e eficiente propriedade de resistência e permeabilidade, mostrando um grande potencial como pavimento permeável em vias de intensidade de tráfego para pedestres e veículos leves.

Autoras: Andreza Silva Avelino; Samai Thaise Moraes Barbosa; Sara dos Santos Santarém e Luciane Farias Ribas.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »