saneamento basico
Baseform Como a detecção de eventos da Baseform se beneficia da IA

Baseform | Como a detecção de eventos da Baseform se beneficia da IA?

O Baseform Monitor é o nosso ambiente operacional em tempo real onde toda a sensorização converge — dedicado à detecção de eventos, resposta rápida, acompanhamento do abastecimento, consumo e perdas, simulação hidráulica e suporte direto às operações diárias de O&M.

A detecção de eventos é um divisor de águas possibilitado por métodos computacionais. Diversos fatores estão envolvidos na detecção competente de eventos na rede. Uma pergunta frequente é: onde exatamente a IA atua dentro desse ambiente?

A detecção de eventos baseia-se na capacidade de identificar valores que se desviam da normalidade em um fluxo de dados — e então decidir se esse desvio realmente merece a atenção das equipes da companhia que irão investigá-lo.

No abastecimento de água, o comportamento normal pode significar muitas coisas: desde o consumo residencial simples (que por si só varia bastante de um bairro para outro), até a infinidade de padrões que podem surgir de atividades industriais, comerciais, de lazer e tantas outras ações humanas.

Estabelecer essa normalidade é um desafio, especialmente quando se tenta detectar eventos automaticamente. É aqui que técnicas de machine learning e outras capacidades de IA se tornam essenciais.

Um paralelo simples — ainda que distante: o “algoritmo” usado por redes sociais como Instagram ou YouTube nada mais é do que um conjunto de capacidades de observação que monitoram o comportamento do usuário, tentando determinar o que é esperado — ou seja, o comportamento e os interesses normais daquele usuário — para então oferecer conteúdos que se alinhem a esse padrão.

O “algoritmo” de IA do Monitor está permanentemente aprendendo o comportamento coletivo de uso da água de grandes grupos de pessoas — por meio da medição agregada do seu consumo — para prever como ele se comportará nos próximos minutos, horas ou dias. A partir disso, o sistema fica mais apto a reconhecer o que observa em seguida: aquilo se parece com um padrão normal de consumo, ou não?

Essa normalidade inclui uma grande variedade de comportamentos passados que foram aprendidos espontaneamente pela máquina, ou ensinados a ela por meio do processamento contínuo de eventos pela companhia. Exemplos incluem: como se parece o enchimento de uma piscina; ou irrigadores acionando à noite quando o verão começa.

Temos implementado configurações de detectores em mais de 400 sistemas de abastecimento, abrangendo cerca de 6000 setores (zonas de abastecimento, zonas de pressão, DMCs). Fazer com que nossos mecanismos detectem todos esses tipos de eventos, em tal escala, ensinou muito a nós — e aos nossos algoritmos de machine learning.

A Baseform é o software especialista em DMC. Você pode se arriscar a confiar seus DMCs ao “segundo melhor”?

Entre em contato para saber como sua companhia também pode se beneficiar da Baseform.

Fonte: Baseform


Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »