saneamento basico
Resíduo Escória de Chumbo

Estudo da incorporação do resíduo escória de chumbo para fabricação de blocos para pavimento intertravado

O resíduo escória de chumbo, proveniente da reciclagem de baterias usadas e da extração e refino do chumbo secundário, atualmente tem sido armazenado e descartado em aterros devido à falta de tecnologias alternativas para sua reciclagem. O desenvolvimento de métodos para reaproveitamento de resíduos é alvo de estudo, pois estes melhoram a qualidade ambiental.

Estudo da incorporação do resíduo escória de chumbo para fabricação de blocos para pavimento intertravado

Tecnologias limpas a custo competitivo têm feito que empresas revejam suas políticas priorizando essas soluções. Neste estudo foi realizada a confecção de peças de concreto para pavimentação que constituem o pavimento Inter travado, onde foi utilizado cimento Portland V-ARI, buscando o melhor traço de concreto com substituição do agregado miúdo pelo resíduo escória de chumbo em três teores, 10%, 20% e 30%.

Realizou-se traços com inserção de aditivo e sem aditivo, foram realizados ensaios no estado fresco e no estado endurecido para avaliação de todos os traços.

Autoras: Letícia Akari Inoue Rafaeli; Jhulis Marina Carelli e Maiara Foiato.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA 

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »