saneamento basico
PPPs Comunidades Tratamento Esgoto

Análise de sustentabilidade energética na secagem térmica de resíduos do tratamento de esgoto

Secagem Resíduos Esgoto

Resumo:

O objetivo deste artigo é analisar a sustentabilidade energética, econômico-financeira e operacional da implantação de secador térmico em estação de tratamento de esgoto de Curitiba.

A metodologia se baseou na estimativa de geração de biogás, produção lodo e energia disponível, e avaliação de 3 alternativas (ou cenários):

  • 1) armazenar o biogás nos meses em que a produção excede a demanda;
  • 2) reduzir o teor de ST no lodo após o secador térmico;
  • 3) complementar a energia do biogás com a energia liberada na combustão do lodo seco.

LEIA TAMBÉM: Too Good to Waste, uma iniciativa para mitigar as emissões de metano geradas a partir de resíduos

Secagem Resíduos Esgoto

Como resultado: obteve-se 40,1% de ST (cenário 1); alternativa 2) atende a demanda do equipamento (36,1 MWh) e fornece energia excedente (14,2 MWh). As duas alternativas garantem sustentabilidade energética. O lodo seco pode ser comercializado (R$ 165,00 ton-1).

Como conclusão: a recuperação de biogás e lodo gera energia excedente (2.672,6% no processamento e 200% na armazenagem), reduz 85% da quantidade de lodo sem queimador e 96% com queimador. O secador térmico também apresenta vantagens operacionais.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Autores: Renata Mulinari, Patricia Bilotta.

Últimas Notícias:

Se você confunde drenagem com dragagem, você não está sozinho

Se você já viu uma rua alagada após uma chuva forte ou ouviu falar que um porto “perdeu profundidade”, provavelmente está diante de situações que envolvem drenagem ou dragagem. Os dois termos são parecidos, aparecem juntos em conversas sobre infraestrutura e meio ambiente — e é justamente por isso que costumam gerar confusão.

Leia mais »
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »