saneamento basico

Smart cities: transformação digital de cidades

Resumo

Este livro trata dos principais desafios e das oportunidades que as cidades enfrentam para a construção da smart city brasileira. O livro divide-se em cinco capítulos que abordam os seguintes temas: 1. Encontro de duas tendências. A urbanização e a revolução digital, assim como as tendências e perspectivas em torno da smart city. 2. Smart city no Brasil. Cidades superam os problemas históricos e resolvem novos desafios postos pela urbanização. 3. Visão do cidadão. A percepção e expectativa do cidadão brasileiro sobre a smart city, com base em pesquisa quantitativa. 4. Roteiro para smart city: da estratégia à implementação. A partir de entrevistas com gestores públicos e especialistas, desenha-se um possível caminho para a construção da smart city brasileira. 5. Soluções tecnológicas por tema. Uma descrição do contexto por temas da gestão da cidade, apresentando soluções tecnológicas possíveis e já aplicadas. Por fim, nos apêndices apresentam-se casos internacionais de projetos e iniciativas relevantes, algumas iniciativas governamentais e não governamentais brasileiras de articulação em torno do tema de smart city, e os procedimentos metodológicos que orientaram a pesquisa que sustenta este livro. Em 2015, duas pesquisas foram conduzidas simultaneamente no Brasil e na Espanha, com pequenas variações nos procedimentos metodológicos. O conteúdo do livro foi embasado nos resultados da pesquisa realizada no Brasil. No entanto, há referências a resultados, casos e entrevistados na Espanha, que são feitos para enriquecer a descrição de conceitos ou para serem ilustrações práticas e exemplos ao longo do texto.

Autores: Maria Alexandra Cunha; Erico Przeybilovicz Javiera; Fernanda Medina Macaya; Fernando Burgos.

LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »