6 mudanças após a desestatização da Sabesp que melhoraram o saneamento básico em São Paulo
A desestatização da Sabesp, realizada pelo Governo de São Paulo em 2024, impulsionou uma série de mudanças no setor de
02/11/2026
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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A implantação de redes coletoras de esgoto representa uma etapa fundamental da infraestrutura de saneamento urbano. Embora frequentemente associada apenas
O acesso universal ao saneamento transforma o cenário socioeconômico de São Paulo. Um levantamento recente da MIT Technology Review evidencia
Segundo dados apresentados pelo Jornal da Universidade de São Paulo (USP), aproximadamente 16,9% da população brasileira vive sem acesso à
Os sistemas híbridos representam a fronteira mais atual do planejamento de saneamento — e entender como funcionam na prática exige
Os sistemas descentralizados têm uma lógica de aplicação bem definida — não são uma solução de segunda escolha, mas sim
Os sistemas centralizados de esgotamento sanitário são a principal forma de coleta e tratamento de esgotos em áreas urbanas no
As 24 cidades da região do Vale do Paraíba devem receber cerca de R$ 3 bilhões em investimentos até 2029.
Com o aumento das chuvas, situações como alagamentos e extravasamentos voltam a chamar a atenção da população. Parte desses problemas
A BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgoto em Mauá. Explica que os moradores devem executar a interligação das tubulações
Os recentes precedentes do STF sobre o artigo 42, § 5º, da Lei nº 11.445/2007 não tratam apenas da indenização dos investimentos vinculados a bens reversíveis.
O mercado de infraestrutura começou a debater agora algo que deveria ter ocupado a agenda de concessionárias, reguladores e poder concedente desde a promulgação da Lei Complementar nº 214, de 2025, que é o impacto da reforma tributária sobre os contratos de concessão.