Para substituir um equipamento antigo para desidratação de seu lodo, uma indústria química adquiriu a prensa desaguadora Ômega 100100, com fluxo de lodo de até 6 m³/h, fabricada pela EMO, empresa francesa representada no Brasil pela aQuamec.
Utilizada na desidratação de lodos industriais e municipais, a prensa Ômega 100100 se destaca por seu alto desempenho, baixo consumo energético e custo operacional e operação limpa.
O equipamento proporciona controle visual do lodo durante a operação e fácil acesso para supervisão e manutenção. É construído em aço inoxidável, o que confere ao sistema alta resistência à corrosão e resistência mecânica.
O Equipamento
Além da prensa desaguadora Ômega 100100, a aQuamec fornece diversos equipamentos para tratamento de lodo nas etapas de remoção de lodo, adensamento, desidratação e secagem, incluindo unidades móveis, e um amplo portfólio de equipamentos para todas as etapas do tratamento de água, efluentes municipais e industrias, e reúso.
Junto com a aLBriggs, possui um sólido histórico de atendimento a companhias de segmentos como Saneamento, Óleo e Gás, Portos e Terminais, Alimentos e Bebidas, Mineração, Siderurgia e Indústrias em geral, incluindo as de Química e Petroquímica.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”
O saneamento básico ocupou posição central nos debates de uma das salas temáticas da 6ª Conferência Nacional das Cidades, nesta quarta-feira (25), em Brasília.
A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizou, na última quarta-feira, 25 de fevereiro, a Audiência Pública nº 02/2026. O evento ocorreu em formato híbrido e, além disso, contou com transmissão ao vivo pelo canal da Agência no YouTube. O objetivo do encontro foi, sobretudo, receber contribuições adicionais da sociedade sobre a minuta da Norma de Referência que estabelece diretrizes para o reúso não potável de água de esgoto.
Com investimento de R$ 108,9 milhões, obras ampliam eficiência do sistema que abastece a Grande São Paulo. A modernização da Estação de Tratamento de Água (ETA) Engº Rodolfo José da Costa e Silva, responsável pelo tratamento da água da represa Guarapiranga, avança com investimento de R$ 108,9 milhões. Para fortalecer o abastecimento de cerca de 5,6 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo.
O Marco do Saneamento, criado em 2020, tem mais um capítulo na direção da universalização dos serviços de tratamento de esgoto e oferta de água potável com o leilão do serviço de saneamento básico da cidade de Brusque, um dos polos econômicos do estado de Santa Catarina.
Nos últimos anos, uma poderosa rede de ONGs internacionais mobilizou-se contra o Waste-to-Energy (WtE) — tecnologia que converte resíduos não recicláveis em eletricidade e calor. Ao mesmo tempo em que reduz drasticamente as emissões de metano provenientes de aterros sanitários.