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Estudos apontam a importância do saneamento básico para o desenvolvimento socioeconômico

Em Castilho, devido ao trabalho da iniciativa privada, população conta com 100% de água e esgoto tratados, destacando-se no cenário atual brasileiro

O tema saneamento básico tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões entre a sociedade civil, as universidades, os governos e as instituições ao redor do mundo. Este fato se deve pela importância dessa área para o desenvolvimento sustentável dos países, estados e municípios.

Neste mês, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou uma série de infográficos que demonstram a realidade do setor no Brasil, entre eles, o quanto morar em uma região que conta com infraestrutura adequada de esgotamento sanitário faz a diferença para a saúde e o bem-estar da população, como é o caso de Castilho.

Com nove anos de atuação nos serviços de água e esgoto da cidade, a Águas Castilho tem corroborado diretamente para a construção desse cenário favorável com ações direcionadas para melhorias nos sistemas de água e modernização na coleta e tratamento de esgoto, atingindo a cobertura de 100% da população por meio de duas estações de tratamento de esgoto e 10 sistemas de água.

“Nosso compromisso com o município, o meio ambiente, a população e as futuras gerações é muito claro. Atuamos com responsabilidade e inovação, para oferecer as melhores soluções na gestão do saneamento, contribuindo para o desenvolvimento econômico social de Castilho e para a qualidade de vida dos nossos clientes”, afirma.


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O impacto do saneamento básico

Intitulado “o conceito de saneamento básico e a situação atual dos serviços, os impactos para a população e o meio ambiente”, um dos relatórios divulgados pelo BNDES descreve pontos importantes e que fazem parte da realidade do Brasil.

De acordo com o estudo, dentro da Saúde Pública o saneamento adequado reduz o risco de doenças ligadas ao consumo de água e ao esgoto a céu aberto, influenciando diretamente na saúde da população, 230 mil pessoas foram internadas por doenças de veiculação hídrica em 2018, segundo o Instituto Trata Brasil, destaca o infográfico. Em Castilho, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE de 2016, foram 0,6 internações por mil habitantes.

Outro fator apontado são os impactos diretos na educação, produtividade dos trabalhadores, funcionamento do sistema de saúde, meio ambiente e vida cotidiana, evidenciando que o país convive hoje com dados alarmantes como: 5.622 piscinas olímpicas de esgoto não tratado são lançadas na natureza (dados de 2017 do Trata Brasil).

A água também é tema desse levantamento do setor. “O serviço de abastecimento deve garantir o uso racional dos recursos hídricos evitando perdas. Deve também melhorar o reaproveitamento por meio do reuso dos efluentes sanitários ou aproveitamento de águas de chuva”, orienta o estudo.

Em Castilho, esse assunto também é levado a sério. O índice de perdas do município é de 24,8%, sendo bem menor do que a média nacional. De acordo com o recente estudo Perdas de água 2020 (ano base 2018), desafios à disponibilidade hídrica e necessidade de avanço na eficiência do saneamento, as perdas na distribuição estão em 38,45% no país, ou em outras palavras, para cada 100 litros de água captada, tratada e potável, 38 litros não chegam para ninguém, o que equivale a 7,1 mil piscinas olímpicas de água perdidas todos os dias, gerando uma perda financeira acima dos R$ 12 bilhões.

Nessa área, a Águas Castilho utiliza técnicas como pesquisas por meio da mínima noturna (técnica utilizada para medir a pressão e a vazão de água), haste de escuta mecânica nos cavaletes residenciais da cidade e o Geofone que identifica o local exato do vazamento para que a manutenção seja efetuada no menor prazo possível.

Fonte: O Jornal da Região.


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