saneamento basico

Governo lançará “pacote das PPPs” e empresas terão 25 anos para explorar serviços

Segundo o governo, o projeto mais avançado envolve o contrato estimado em R$ 128 milhões para a gestão de três terminais rodoviários em  Teresina e nos municípios de Picos e Floriano.

A concessão, que deve ser implantada depois de processo licitatório, será de 25 anos e a receita total prevista para que a empresa ganhadora possa investir nos Terminais. A ampliação da receita deve ser projetada de acordo com o tempo e a necessidade e ao final do contrato, os terminais voltarão a ser gerenciados pelo Governo do Estado.

Além das rodoviárias, o governo tem o objetivo de estabelecer PPPs para as gestões do Centro Administrativo, Espaço Cidadania, Transcerrados e Centro de Abastecimento do Piauí, Ceasa.

A superintendente de Parcerias e Concessões do Piauí, Viviane Moura, diz que o processo de elaboração da licitação de Concessão Plena está sendo construído para o gerencimento da rodoviária de Teresina.

“O próximo passo é a realização de audiências públicas e consulta pública do edital e contrato de concessão. A abertura da licitação deve ocorrer até o início de setembro e a empresa vencedora deverá iniciar as obras de reforma e instalação de sistemas de tecnologia a partir de outubro, somando investimentos de mais de R$ 6 milhões”, explica.

Viviane ressaltou ainda que o valor de R$ 6 milhões é apenas o investimento inicial que a iniciativa privada vai receber para poder investir na chamada reforma de urgência, que envolve primeiramente os banheiros, escadas rolantes, além de melhorias das condições físicas. Depois disso é que deve ser investido em modernização.

“A empresa que ganhar a licitação deve fazer primeriamente a reforma da parte física, tendo também a obrigação de depois de fazer a manutençao e a limpeza do local”, afirma.

Em retorno ao investimento, ela diz que o parceiro empresa ficará recebendo os valores das tarifas de embarque e desembarque das rodoviárias, o que acredita que será suficente para pagar o que o poder privado vai investir.

Além disso, Viviane explica que o Estado terá o dever e obrigação de fiscalizar e avaliar o trabalho da empresa de acordo com padrões de desempenho e os índices indicadores de qualidade da gestão, tudo conforme o disposto no contrato de licitação. “Embora não fique mais reponsável pela administração do terminal, por se tratar de uma parceria, o Estado ainda fica responsável pelo serviço de  fiscalização”, garantiu Viviane.

Fonte e Agradecimentos Portal Cidade Verde

Reportagem Lyza Freitas

http://cidadeverde.com/noticias/198378/governo-lancara-pacote-das-ppps-e-empresas-terao-25-anos-para-explorar-servicos

Últimas Notícias:
Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

Chamada pública da Gasmig amplia perspectivas para produção de biometano em Minas Gerais

02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.

Leia mais »

O saneamento e a hipocrisia ambiental

Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.

Leia mais »