saneamento basico

Estudos de participação privada na Caesa são iniciados

Estudos sobre a proposta de participação privada na Companhia de Água e Esgoto do Amapá (Caesa) foram apresentados no auditório do Museu Sacaca, em Macapá. A ampla discussão envolveu equipes do governo do Estado, prefeitos e vereadores de 15 municípios amapaenses, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e consórcio de empresas. O prefeito de Macapá, Clécio Luis, esteve ausente do encontro.

Os estudos apresentados vêm sendo formulados desde maio de 2017 e tratam do saneamento no Amapá e a viabilidade de investimentos em parceria com o consórcio formado pelas empresas PwC (PricewaterhouseCoopers Corporate Finance & Recovery Ltda), Strategy& (PwC Strategy& Consultoria Empresarial Ltda), LPA (Loeser e Portela Advogados) e Egis (Engenharia e Consultoria LTDA). O modelo de participação privada será divulgado depois de todos os debates sobre o tema, que incluem os municípios e a aprovação pelo Governo do Amapá.

No encontro, foram tratadas as responsabilidades das prefeituras na conclusão do processo, que serão relacionadas ao PMSB (Plano Municipal de Saneamento Básico) em cada cidade; edição de leis autorizativas para a celebração de convênios de cooperação e contratos de programa com o Estado, entre outros temas.

participação privada

O secretário de Estado do Planejamento, Antônio Teles Júnior, representou o governador Waldez Góes durante a reunião. Ele frisou a necessidade do cumprimento das responsabilidades dos municípios aos prefeitos e vereadores para dar celeridade ao processo. “Toda essa tratativa é um esforço conjunto para que possamos melhorar, nos próximos anos, os índices de saneamento que ainda são muito baixos aqui no Amapá e, consequentemente, melhorar a qualidade do serviço de água tratada e esgoto à população”, destacou.

O processo de participação do setor privado da Caesa faz parte de uma iniciativa ampla, conduzida pelo BNDES, para atrair parceiros e investimentos no saneamento junto aos governos estaduais. O objetivo é desenvolver projetos de forma a viabilizar os recursos necessários para obras de universalização e melhoria da qualidade do serviço no Amapá.

Fonte: Ariquemes Online

participação privada

Últimas Notícias:
Luta contra desperdício de água inclui ‘robô de Marte’ e cães farejadores

Luta contra desperdício de água inclui ‘robô de Marte’ e cães farejadores

A cada três litros de água tratada que saem de uma estação de saneamento no Brasil, um desaparece antes de chegar à torneira de alguém. Além disso, o indice médio de perdas em 2024 (39,5% segundo estudo do Instituto Trata Brasil e da consultoria Ex Ante). É o dobro do considerado aceitável e bem acima da média de 15% dos países desenvolvidos e poderia ser suficiente para resolver boa parte do déficit que ainda deixa 33 milhões de brasileiros sem acesso à água potável.

Leia mais »
Chega de tanta água jogada fora

Chega de tanta água jogada fora

Você já imaginou uma indústria perder 40% do que produz? Ficar apenas com os 60% restantes? Se uma padaria jogasse fora quatro em cada dez pães que assa, antes mesmo de abrir, todo mundo acharia um absurdo. No saneamento brasileiro, é exatamente o que acontece com a água tratada. O país perdeu quase 40% da água produzida em 2024 antes de chegar à torneira da população.

Leia mais »