saneamento basico

Situação da CAB Cuiabá vai de advertência até rompimento da concessão

Advertência, multa, intervenção e rompimento do contrato estão entre as punições às quais a CAB Ambiental está suscetível. É o que estará em discussão nesta quarta-feira (23), a partir das 14 horas, no auditório do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Mato Grosso (Creci – 19ª Região), no CPA, em audiência pública promovida pela da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec).

“A Arsec vai fazer audiência pública para apresentação do relatório da auditoria determinada pelo prefeito Mauro Mendes. Vamos ter dados sobre a gestão da empresa: o recebeu e o que está sendo pago”, observou o presidente da Arsec, Alexandre Bustamente.

“O relatório é completo, englobando os quatro anos de administração da CAB. A idéia é fazer um pente fino para saber onde está indo o dinheiro do consumidor. Algumas coisas que já foram apontadas resultaram em multas”, afirmou Bustamante.

Sobre a possibilidade de ocorrer medidas drásticas, como a intervenção ou mesmo o rompimento do contrato, Bustamente se exigiu e disse que a decisão cabe ao prefeito Mauro Mendes (PSB). “É certo que a possibilidade de rompimento de contrato existe, sim, tal qual multa e intervenção. E até
rompimento de contrato para nova licitação”, justificou o presidente da Arsec.

Por se tratar de um tema de relevância social, o presidente da Arsec destaca a importância da participação da sociedade organizada, na audiência pública, afim de buscar soluções ao problema.

O saneamento básico apresenta-se como aspecto fundamental da infraestrutura de Cuiabá, em razão de suas implicações diretas e indiretas sobre a saúde pública e a qualidade ambiental. O conceito para saneamento é amplo e engloba abastecimento e tratamento de água, drenagem e esgoto.

Quase 70% dos problemas de saúde estão ligados diretamente à má qualidade do saneamento e acarreta prejuízos econômicos, pois amplia o volume de pessoas em busca das unidades de saúde.

O presidente da União Cuiabana de Associações de Moradores de Bairros (Ucamb), Edio Martins de Souza, observou que os bairros distantes da área central é que mais sofrem. “Nós atuamos diariamente nos bairros periféricos de Cuiabá, onde existem pessoas que vivem uma realidade dolorosa. Vemos o inchaço da periferia. Há casos em que o governo passa o asfalto, mas não passa a rede de esgoto”, observou Edio Martins.

Fonte: Olhar Direto
Foto: Divulgação

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