saneamento basico

SP Propostas pelo DAE são homologadas

As propostas comerciais realizadas pelas duas empresas que disputam a concessão do DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Sumaré serão conhecidas na semana que vem, mas em dia ainda não marcado. O valor mínimo estipulado pela outorga é de R$ 80 milhões e será a vencedora aquela que oferecer o maior valor pela autarquia. A homologação das duas concorrentes – a Odebrecht Ambiental e a Aegea Saneamento – deve ser publicada hoje no Semanário Oficial do Município. Nenhuma das duas ingressou com recurso contra as documentações apresentadas, o que permite, agora, a abertura dos envelopes com as propostas comerciais.

A futura concessionária deve realizar investimentos da ordem de R$ 345 milhões em Sumaré, durante 30 anos. De acordo com o edital, 80% deste valor deve ser aplicado nos 15 primeiros anos de concessão, a fim de universalizar a coleta e tratamento de esgoto na cidade e reduzir as perdas físicas de água tratada.

Atualmente, apenas 14% do esgoto produzido em Sumaré é tratado. Já com relação à água, 52% do volume tratado é perdido na rede de distribuição, por conta de equipamentos obsoletos.

A Odebrecht Ambiental opera os serviços de água e esgoto de mais de 170 municípios brasileiros. Já a Aegea Saneamento, criada em 2010, gerencia o abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto em 34 cidades. P.P.

Últimas Notícias:
SP lança elaboração do Plano Estadual de Mineração 2050

SP lança elaboração do Plano Estadual de Mineração 2050

Consultores e professores da USP executarão o trabalho técnico por meio da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE). A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) deu início à elaboração do Plano Estadual de Mineração 2050 (PEM 2050), sendo assim, o instrumento estratégico que vai orientar o desenvolvimento da mineração paulista até 2050.

Leia mais »
PPP federal do Pisf prevê R$ 13,6 bilhões em 30 anos

PPP federal do Pisf prevê R$ 13,6 bilhões em 30 anos

 Estruturado para ser a primeira PPP (Parceria Público-Privada) de infraestrutura federal do país, o projeto para operação privada da Integração do Rio São Francisco, o Pisf, prevê que o futuro parceiro receba R$ 13,6 bilhões ao longo de uma concessão de 30 anos. O governo pagará as contraprestações mensalmente, totalizando cerca de R$ 400 milhões por ano do orçamento federal..

Leia mais »