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Agência mantém limite de retirada de água do Cantareira até fim de maio

A Agência Nacional de Águas (ANA) e o Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE) mantiveram o mesmo limite de captação de água do Sistema Cantareira definido para primeira quinzena de maio até o fim deste mês. A vazão para abastecer a Região Metropolitana de São Paulo poderá variar de 9,5 m³/s e 13 m³/s, segundo a ANA e o DAEE.

As regras para a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) foram divulgadas na segunda-feira (18). Os órgãos reguladores, no entanto, aumentaram de 1,5 m³/s para 2,5 m³/s a retirada máxima de água para a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) na segunda quinzena de maio. Um m³ corresponde a 1 mil litros.

O Sistema Cantareira atende 5,4 milhões de pessoas na Grande São Paulo, mas ainda opera com níveis baixos e com o uso de duas reservas técnicas. Nesta terça-feira (19), O nível de água do manancial ficou estável pelo quarto dia seguido e manteve o nível em 19,7%, segundo boletim da Sabesp.

Os reservatórios ainda estão em situação crítica, já que a estação chuvosa terminou com apenas a segunda cota do volume morto recuperada. Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), o sistema dependerá da reserva pelo menos até outubro, mesmo com chuva 50% acima da média no período de seca.

Na sexta-feira (15) completou um ano que as bombas para retirada da primeira reserva técnica foram inauguradas. No dia seguinte, 182,5 bilhões de litros foram disponibilizados para abastecimento da Grande São Paulo.
No boletim mais recente divulgado pelo Cemaden, os pesquisadores traçam cinco cenários para o sistema até o fim do ano. No pior deles, com chuva 50% abaixo do esperado para o período, o Cantareira voltará a usar o segundo volume morto em cinco meses.

 

Fonte: G1

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