saneamento basico

Agespisa avalia sistema de esgotamento sanitário de Água Branca

O Sistema de Esgotamento Sanitário do Município de Água Branca recebeu, nesta semana, as primeiras visitas técnicas para iniciar sua operacionalização. Durante a visitação, técnicos da Agespisa, acompanhados do secretário municipal de Obras e Urbanismo, Valmir Sales,  realizaram testes nas bombas e no fornecimento de energia elétrica para garantir  o bom funcionamento dos equipamentos.

De acordo com o secretário municipal, os técnicos, que visitaram o local na quarta-feira (27/05, irão elaborar um relatório sobre a situação do sistema e encaminhar a diretoria da Agespisa para, posteriormente, definirem a data oficial do início do funcionamento da rede de esgoto no município. Atualmente, em fase  de teste, algumas residências já estão ligadas à rede de esgoto.

Até 2016, a meta da Prefeitura de Água Branca é alcançar 97% de cobertura da zona urbana fazendo com que o esgotamento nas residências chegue a praticamente 100% dos habitantes do município. O investimento, de quase R$ 30 milhões, é fruto de parceria entre a Prefeitura e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

As instalações elevatórias e a estação de tratamento também foram visitadas pelas assistentes sociais da Agespisa, que foram acompanhadas pela secretária municipal de saúde, Margareth Pimentel.  Segundo Margareth, o acompanhamento é importante para tomar conhecimento e levar informações técnicas fundamentais aos profissionais de saúde, como agentes comunitários de saúde e técnicos em vigilância sanitária.

Para o prefeito de Água Branca, Jonas Moura, apostar em um sistema de esgotamento de qualidade é garantir o bem-estar social dos aguabranquenses. “Muitos gestores municipais não dão a necessária atenção ao esgotamento da cidade. Isso não deveria acontecer em lugar algum. Afinal, pensar no saneamento básico é garantir, de certa forma, uma visa saudável a todos os moradores”, destaca o prefeito.

 

Fonte: Meio Norte

Últimas Notícias:
Cidade brasileira está sendo invadida pelo mar

Cidade brasileira está sendo invadida pelo mar, prédios estão tortos e solução pode custar R$ 200 milhões para conter alagamentos, modernizar drenagem e proteger mais de 200 mil moradores nos próximos anos

Recursos aprovados pelo BNDES serão usados na estruturação de intervenções de drenagem, canais, comportas e proteção costeira em Santos. A execução depende de projetos e licenciamento. A correção dos edifícios inclinados segue em uma frente financeira separada.

Leia mais »