saneamento basico

Governo volta atrás em reajuste e reduz tarifa de água em GO

O governo de Goiás voltou atrás e anunciou uma redução na porcentagem de reajuste da conta de água no estado. O valor anunciado inicialmente pela Companhia de Saneamento de Goiás S/A (Saneago) era de 32,3%, mas caiu para 16,07%. A nova tarifa já começa a ser aplicada em julho e o consumidor sentirá a diferença no bolso na conta a ser paga no mês de agosto.

Inicialmente, na última quinta-feira (28), data do anúncio do aumento, a Saneago explicou que a essa revisão da tarifa é prevista em lei e feita a cada quatro anos e que o valor havia sido calculado a partir da inflação e outras despesas, como o custo da energia elétrica.

“A revisão tarifária nesse momento foi superior, um índice elevado, em função de ser a primeira que ocorre no saneamento em Goiás. Ela vem para garantir o equilíbrio econômico-financeiro da prestação de serviços”, afirmou na época a superintendente de Expansão e Concessão da Saneago, Juliana Matos.

Entretanto, o governo entendeu que o reajuste foi muito alto. A nova taxa foi anunciada após a Agência Goiana de Regulação (AGR), responsável por fiscalizar os serviços públicos do estado, revisar o cálculo utilizado para estabelecer o valor das contas de água e observar que seria possível fazer o reajuste usando uma porcentagem menor.

“A equipe da Saneago vai conseguir, com esses 16% de correção, otimizar a empresa e dar um andamento satisfatório a ela”, disse o conselheiro da AGR, Sérgio Lucas.

A Saneago informou que só vai se posicionar sobre a mudança de percentagem após ser notificada oficialmente pela agência.

 

 

 

 

Fonte: G1

Últimas Notícias:
Marco Legal do Saneamento Básico impulsiona cobrança da taxa de lixo

Marco Legal do Saneamento Básico impulsiona cobrança da taxa de lixo

Cobrada em algumas cidades há décadas e recém-implantada em outras, a chamada “taxa de lixo” tem ganhado espaço nos debates públicos do Alto Tietê. Embora a medida costume gerar resistência da população, especialistas afirmam que a cobrança deixou de ser apenas uma opção das prefeituras e passou a ser uma exigência legal prevista na Lei Federal nº 14.026/2020, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que determina que os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos tenham sustentabilidade econômico-financeira, ou seja, uma fonte específica de arrecadação.

Leia mais »
SC ganha sistema para dar transparência à logística reversa

SC ganha sistema para dar transparência à logística reversa

Melhorar a transparência na gestão de resíduos e criar mecanismos mais eficientes. Para acompanhar os resultados da logística reversa estão entre os desafios de Santa Catarina para avançar na economia circular. Para atender a essa demanda, o estado ganhou uma nova plataforma digital. Com ela, será possível acompanhar, de forma integrada, todo o fluxo da logística reversa no estado.

Leia mais »
Você usaria água de reúso

Você usaria água de reúso?

Imagine a seguinte situação: você lava o carro com água potável. Depois, rega o jardim com água potável. Dá descarga no vaso sanitário usando água potável. Agora pense por um instante: será que todas essas atividades realmente precisam utilizar uma água com qualidade para consumo humano?

Leia mais »
Sistema Cantareira passará a operar na Faixa de Alerta em julho

Sistema Cantareira passará a operar na Faixa de Alerta em julho

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Informam que o Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, passará a operar na Faixa 3 – Alerta a partir de 1º de julho. A medida segue o que estabelece a Resolução Conjunta nº 925, de 29 de maio de 2017.

Leia mais »
Por que concessionárias estão substituindo leituras mensais por monitoramento contínuo EOS Systems

Por que concessionárias estão substituindo leituras mensais por monitoramento contínuo | EOS Systems

No setor de saneamento, o modelo tradicional de leituras mensais está rapidamente se tornando obsoleto. Isso porque vazamentos invisíveis, fraudes e perdas operacionais não podem mais esperar 30 dias para serem detectados. Por isso, concessionárias estão migrando para o monitoramento contínuo, adotando tecnologia que transforma dados em decisões estratégicas em tempo real.

Leia mais »