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Nilópolis não faz o tratamento do seu esgoto

O esgotamento sanitário na Região Metropolitana do Rio é tão precário que somente dois municípios – Niterói e Maricá – apresentam indicadores de tratamento acima de 50%, com 84,4% e 66,6%, respectivamente. Já cidades como Nilópolis, Paracambi, Queimados, Itaguaí, Magé e Mangaratiba sequer têm tratamento de esgoto. Algumas despejam a sujeira toda nos rios, que caem diretamente na Baía de Guanabara, palco dos Jogos.

Ana Lúcia é contra a privatização, como ocorreu em Niterói, cidade com os melhores índices. “A lógica do governo hoje é repetir o sistema de concessão. Mas eu não acho que colocar empresas privadas para gerenciar esgotos em municípios muito pobres seja a solução”, critica, acrescentando que a situação pouco mudou desde os anos 2000.  “Isso passa por você repensar a estrutura da Cedae, gerenciar melhor, abrir a estrutura da companhia, que é muito pouco transparente”, revela. Segundo Ana, há vários exemplos no país e no mundo de estatais que operam com sucesso, como no Ceará. “Não é possível que um Estado mais pobre consiga e o Rio não”, completa.

Fonte: http://folhadenilopolis.com/nilopolis-nao-faz-o-tratamento-do-seu-esgoto/

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A geração de lodo é uma consequência inevitável dos processos de tratamento de água e esgoto. Esse resíduo é formado principalmente por sólidos suspensos removidos durante as etapas físico-químicas ou biológicas do tratamento, apresentando, em geral, elevado teor de umidade. Em muitos casos, o lodo recém-gerado possui mais de 95% de água, o que implica em grandes volumes a serem armazenados, transportados e destinados adequadamente.

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