saneamento basico

Obras de R$ 10 milhões para tratar esgoto em Águas vão sofrer atraso

As obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Águas de São Pedro (SP), das unidades de bombeamento e de outros equipamentos da rede estão atrasadas e não serão entregues em julho deste ano, que era a previsão inicial da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), concessionária responsável pelo sistema no município desde 1980. O gasto previsto é de R$ 10 milhões. Atualmente, todo o esgoto produzido na cidade é despejado in natura no meio ambiente.

Problemas contratuais relacionados à morosidade na execução das obras por parte do consórcio de empresas responsável pelo empreendimento obrigaram a Sabesp a iniciar processo de rescisão para contratar uma nova empresa“, afirmou a companhia em nota nesta terça-feira (29). Questionada sobre o novo prazo para a entrega, a assessoria de imprensa da concessionária não havia respondido até 15h30.

Poluição
O atraso na entrega da estação de esgoto prorroga problemas enfrentados em Águas de São Pedro com a falta de saneamento básico. A moradora Célia Regina Trostdorf Yamamoto, de 50 anos, afirmou que a situação no município é “péssima” e que “todo esgoto é jogado diretamente em um lago e no Ribeirão Araquá”. Ela enviou pela ferramenta de colaboração VC no G1 a foto do lago que recebe os despejos (veja abaixo).

Nem conseguimos mais ver a água. Os aguapés tomaram conta do lago, de tão poluído que ele está. Essas plantas se desenvolvem em água com excesso de nitrogênio, o que é causado pela contaminação“, afirmou Célia, que trabalha como secretária.

Universalização
Também em nota, a Sabesp informou que investe R$ 10 milhões nas obras, que tiveram início em setembro de 2013 e prometem universalizar o serviço de saneamento em Águas, com atendimento às populações fixas e flutuantes (turistas, por exemplo).

Fonte: G1
Veja mais: http://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2014/04/obras-de-r-10-milhoes-para-tratar-esgoto-em-aguas-vao-sofrer-atraso.html

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O cenário do Complexo da Maré — formado por 16 favelas — está em transformação, com um vaivém de operários e máquinas. Equipes instalam manilhas de até 1,50 metro de diâmetro e escavam poços para avançar nas obras de saneamento iniciadas pela Águas do Rio, que têm como objetivo beneficiar, segundo a concessionária, 200 mil pessoas.

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