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Sinop: utilização de recursos hídricos para usina custará R$ 1,5 milhão/ano

A empresa que venceu a concessão da Usina Hidrelétrica de Sinop vai pagar pouco mais de R$ 1,5 milhão por ano, ao governo, em compensação pela utilização dos recursos hídricos (rio Teles Pires) para produção de energia. O detalhamento consta no extrato do contrato divulgado pelo Ministério de Minas e Energia no início desta semana, assinado em cerimônia na quarta-feira (26), em Brasília. O pagamento mensal corresponderá a 1/12 do valor total, reajustado anualmente de acordo com a inflação.

Costa na publicação que o início do pagamento vale partir da operação comercial da primeira unidade geradora da usina, atestada pela fiscalização da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) ou a partir do início da entrega da energia objeto de Contrato de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado – CCEAR, o que ocorrer primeiro, até o 35º ano da concessão.

Conforme Só Notícias já informou, na assinatura do contrato, o diretor de Obras Civis e Financeiro da companhia, José Piccolli Neto, disse que a meta é antecipar de janeiro de 2018 para maio de 2017 o início da operação. A expectativa é que as obras da usina comecem ainda este semestre, com projeção de proporcionar até 3,2 mil empregos diretos e, 12 mil indiretos no decorrer dos trabalhos. O projeto demanda pelo menos R$ 1,777 bilhão em investimentos, com preço médio da energia a ser gerada de R$ 109,40 por megawatt-hora (Mwh). O valor representa um deságio de 7,3% em relação ao preço-teto estabelecido no leilão, pelo Ministério de Minas e Energia (MME), de R$ 118 por Mwh.

A usina de Sinop tem capacidade instalada para gerar aproximadamente 400 megawatt, que correspondem a aproximadamente 1 milhão de geladeiras funcionando ou a 4 milhões de lâmpadas de 100 watts acesas simultaneamente.

Além de Sinop, o reservatório com 337 quilômetros quadrados (33,7 mil hectares) deve abranger também Sorriso, Itaúba, Cláudia e Ipiranga do Norte.

Fonte: Só Notícias
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