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Saneamento é o principal desafio da Casan até o final do atual governo

A atual diretoria da Casan, presidida pelo engenheiro Valter Gallina, tem múltiplos desafios a superar até o final do atual governo. O mais difícil é a de melhorar a posição do Estado no ranking nacional do saneamento. Quando Colombo assumiu, o Estado estava em 23º lugar em cobertura de esgoto, chegando a apenas 17% da população. Em cinco anos avançou cinco posições e está em 18º. O Instituto Trata Brasil informa que passou para o 16º.

A Casan está comemorando 45 anos de fundação. Faz o maior investimento da história, com recursos da ordem de R$ 1,75 bilhão. São 45 obras de grande vulto em 37 municípios, todas em sistemas de esgoto: seis já foram entregues, 24 estão em execução e outras 15 começarão este ano. Aplica R$ 498 milhões da agência japonesa Jica, outros R$ 305 milhões da francesa AFD, mais R$ 348 milhões do orçamento federal, R$ 433 milhões da Caixa Econômica Federal e 120 milhões da Funasa, além de 46 milhões de recursos próprios.

O total reservado para saneamento em Florianópolis e de R$ 371 milhões, em três obras concluídas (Jurerê tradional, já entregue; Continente e Lagoinha) e cinco que devem começar este ano: ampliação de Canasvieiras (R$ 7,1 milhões), outra em Ingleses/Santinho (R$ 89,8 milhões), Saco Grande (R$ 85 milhões), ampliação do sistema insular (R$ 83 milhões) e estação do Rio Tavares (R$ 65,5 milhões).

Outros R$ 500 milhões estão sendo destinados à melhoria e ampliação de sistemas de abastecimento de água em várias regiões. A meta de 2018 é ambiciosa: garantir saneamento para 50% da população. Santa Catarina ficaria entre os quatro melhores Estados.

Fonte: dc.clicrbs.com.br/sc/colunistas/moacir-pereira

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