São direitos civis de cada indivíduo a proteção de relações sociais, econômicas e políticas, entre as quais o direito à saúde e à educação; e são deveres do cidadão o respeito às leis do país, à sua defesa e o pagamento de impostos.
Fazer parte de um Estado e viver em sociedade é vincular-se a direitos e deveres aprovados por leis que disciplinam a vida de toda e qualquer comunidade, incluindo os direitos e o respeito à legislação ambiental.
A necessidade de estabelecer a relação entre cidadania e meio ambiente está expressa no direito do indivíduo ter um meio ambiente saudável e no dever que cada um tem de defender a preservação e o equilíbrio dos recursos naturais e da biodiversidade, conforme a Constituição, acordos, tratados internacionais e leis ambientais instituem.
O ecocidadão é a pessoa consciente e que busca qualidade de vida no planeta Terra. É o indivíduo sintonizado com as questões da escassez da água, com o desmatamento crescente, com a caça predatória e o tráfico de animais, com os problemas decorrentes do modelo de consumo adotado por uma determinada sociedade, que descarta mais e mais lixo no planeta, que contamina o ar que todos respiram e que altera as condições climáticas, que polui rios, mananciais e mares…
Ondas de calor prolongadas, períodos severos de estiagem, chuvas intensas concentradas, enchentes repentinas e oscilações abruptas de temperatura deixaram de ser exceções e passaram a integrar o cotidiano operacional de sistemas essenciais de abastecimento de água, esgoto e drenagem urbana.
Sistema SARA leva saneamento rural e irrigação sustentável a famílias e escolas de oito estados. Uma tecnologia social desenvolvida para enfrentar dois dos principais desafios do Semiárido brasileiro, a escassez hídrica e a falta de saneamento básico rural, está mudando a realidade de famílias, escolas e comunidades
Mesmo com novo marco, saneamento universal avança lentamente e pressiona saúde pública, meio ambiente e infraestrutura urbana. O Marco Legal do Saneamento define metas importantes para o Brasil: até 2033, 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% deve contar com coleta e tratamento de esgoto.
A EPA priorizou a contaminação por PFAS, lançando iniciativas como a PFAS OUT, alocando quase US$ 945 milhões para a segurança da água e desenvolvendo novos métodos de detecção para proteger as comunidades de produtos químicos nocivos.
Cerca de 42% do esgoto municipal global ainda é despejado no meio ambiente sem tratamento. A qualidade da água tem diminuído constantemente, impulsionada pelo escoamento agrícola, urbanização, poluição industrial e mudanças climáticas.