saneamento basico
Saneamento com IIoT

Above Net | Modernizando as Empresas de Saneamento com IIoT

Saneamento com IIoT

A Above-Net aceitou desafio de modernizar o monitoramento remoto das estações de tratamento e distribuição da água de uma grande empresa estatal de saneamento no Brasil, que buscou por soluções que pudessem simplificar o antigo sistema de comunicação do parque industrial.

Com um sistema desatualizado, onde a comunicação dos equipamentos com os CLPs (Controlador Lógico Programável) era feita através de cabos conectados às principais estações, havia muitos problemas como, por exemplo, a queda da transmissão dos dados e uma grande complexidade para manutenção e ampliação desta rede.

A Above-Net apresentou a solução Bridgemeter, composta de um sistema parametrizável de telemetria e dispositivos IoT (internet das Coisas) industriais modernos capaz de se conectar com sensores, equipamentos ou controladoras, permitindo o monitoramento, coleta e programação de regras inteligentes para predição de problemas e análise de dados de localizações remotas.

Above Net

Com o Bridgemeter, toda a comunicação entre os equipamentos feita anteriormente através de cabos, passou a ser realizada pela rede 3G/4G, em tempo real. Com a solução, os gestores podem criar alarmes que disparam notificações em dashboards, e-mail ou pela APP. Em algumas situações é possível programar o acionamento remoto para abertura ou fechamento de válvulas.

A solução monitora a vazão e nível da água nos locais de captação, falta de fase e corrente elétrica das bombas, status das bombas e controla o fechamento e abertura de válvulas.

O Bridgemeter interpreta de forma inteligente e automática as condições fora do padrão da operação, notificando os grupos de responsáveis de acordo com a predefinição. Isso permite a antecipação de manutenções importantes sem a paralisação das operações. As vantagens operacionais do Bridgemeter permitem o alcance de mais de 95% de SLA (Service Level Agreement, ou “Acordo de Nível de Serviço – ANS”).

Nas indústrias de saneamento, em que há um sistema supervisório da operação como o SCADA, o Bridgemeter se conecta ainda ao sistema de forma transparente aos pontos remotos gerenciando a conexão remota aos sistemas legados e gerando alarmes de forma ativa para a equipe de campo, transmitindo informações dos equipamentos e sensores em tempo real à plataforma, e viabilizando a expansão das medições sem a necessidade de aquisição de novos CLPs.

Convergência de dados

Com a privatização desta empresa pública de saneamento a distribuição da água potável foi dividida entre três empresas privadas, mantendo as operações de captação hídrica e tratamento do esgoto com o operador público.

No entanto, todos os dados das operações das 4 empresas deveriam ser transmitidos para o mesmo centro de controle. O desafio era fazer com que diferentes tecnologias pudessem realizar a leitura dos dados e compartilhá-los para o SCADA de cada uma das empresas.

A Above-Net desenvolveu e disponibilizou uma arquitetura que torna o Bridgemeter um barramento de leitura, superando a limitação do CLP que só permite a conexão de um único supervisório para o acesso dos dados.

“Ao invés de levar dois sistemas para a leitura na ponta do CLP, foi criada uma camada onde a Above-Net faz a leitura única dos dados e através do Bridgemeter é permitido múltiplas leituras por sistemas supervisórios de cada uma das concessionárias. Isso elimina a limitação do CLP que só permite uma leitura”, comentou Rafael Pougy, gerente de projetos da Above-Net.

A solução Bridgemeter pode ser contratada no modelo SaaS (pagamento por mensalidade), reduzindo dessa forma as despesas sobre o capital, ou CAPEX.

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »