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Alckmin é reeleito e garante 6º mandato consecutivo do PSDB em SP

A campanha

Durante toda a campanha, os rivais concentraram os ataques ao governador, explorando os três principais problemas do Estado: a falta de água e a possibilidade de racionamento, o aumento nos índices de roubos e as denúncias de formação de cartel em licitações do metrô.

A estratégia de defesa do governador deu resultado. Sobre a falta de água, rebateu as acusações de que faltou planejamento de sua administração, pediu ajuda” para São Pedro e disse que bebe água da torneira. “A qualidade da água da Sabesp é pura”, disse.

Na TV, o tucano apresentou como principal iniciativa para combater o crime no Estado, o Detecta, programa que visa integrar bancos de dados da polícia com imagens de câmeras para identificar atitudes suspeitas em tempo real. Reportagem da “Folha de S.Paulo” revelou que a propaganda de Alckmin exaltava ferramentas que não estavam funcionando.

A falta de segurança é apontada no Esperançômetro do UOL como o maior problema de São Paulo. Segundo a ferramenta, outros problemas a serem enfrentados por Alckmin no Estado são combate à corrupção, melhorias na educação e na saúde.

Um dos maiores desafios de Alckmin para os próximos quatro anos é tentar ampliar a capacidade de investimento do Estado. Os gastos com obras caíram por dois anos consecutivos em São Paulo. Em 2012, bateram a pior marca dos últimos cinco anos.

Disputa milionária

Segundo a última prestação de contas apresentadas à Justiça Eleitoral, a campanha do tucano foi a que mais recebeu doações. Mais da metade (R$ 8,3 milhões, 56%) dos R$ 14,7 milhões arrecadados, veio de empresas investigadas por suspeitas de fraudes em licitações do metrô. A campanha nega irregularidades.

Skaf e Padilha arrecadaram R$ 10,3 milhões e R$ 4,1 milhões respectivamente. Empresas investigadas em casos de corrupção também doaram para as campanhas. Os candidatos negam irregularidades.

Carreira política

Além dos mandatos como governador, Alckmin, que é médico, foi vereador (1971) e prefeito (1976) pelo MDB (atual PMDB) em Pindamonhangaba (SP), sua cidade natal. Em 1982, assumiu como deputado estadual. Em 1986, foi eleito deputado federal. Quatro anos depois, já no PSDB, iniciou seu último mandato parlamentar.

Em 2006, disputou a Presidência da República. Foi derrotado por Luiz Inácio da Silva (PT) no segundo turno. Em 2008, não conseguiu avançar ao segundo turno na disputa pela prefeitura da capital paulista.

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