saneamento basico
Sanepar ações caem 6% com proposta sobre R$ 3,94 bi

Sanepar: ações caem 6% com proposta sobre R$ 3,94 bi

A medida é uma mudança relevante na lógica regulatória anteriormente prevista, que considerava compartilhamento de ganhos com a estatal de saneamento paranaense.

A Sanepar informou ao mercado nesta segunda-feira (23). Que a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar) publicou Nota Técnica propondo que os R$ 3,94 bilhões recebidos pela companhia via precatório.

Sejam integralmente destinados aos usuários, por meio de redução tarifária ou investimentos não onerosos.

Nesta terça (24), os papéis fecharam em baixa de 6,29% (R$ 8,04) e SAPR11 teve queda de 6,56% (R$ 41,91), para depois entrarem em leilão.

A medida é uma mudança relevante na lógica regulatória anteriormente prevista, que considerava compartilhamento de ganhos com a estatal de saneamento paranaense.

A proposta prioriza agora a modicidade tarifária, o que pode reduzir o potencial de captura de valor pela Sanepar, afetando diretamente suas expectativas de retorno e geração de caixa.

A agência reguladora sugere a alocação dos recursos em investimentos não onerosos e amortização parcial da Base de Ativos Regulatórios (RAB), além de descontos tarifários.

O Morgan Stanley projetava, em relatório antes da abertura do mercado, uma reação negativa das ações.

A aprovação da nota técnica da Agepar implicaria uma queda de aproximadamente 7,3% em seu preço-alvo para as ações, visto que a avaliação atual pressupõe a retenção de 25% do precatório pela empresa, em linha com as expectativas do mercado.

Fonte: InfoMoney


 

Últimas Notícias:
Marco Legal do Saneamento Básico impulsiona cobrança da taxa de lixo

Marco Legal do Saneamento Básico impulsiona cobrança da taxa de lixo

Cobrada em algumas cidades há décadas e recém-implantada em outras, a chamada “taxa de lixo” tem ganhado espaço nos debates públicos do Alto Tietê. Embora a medida costume gerar resistência da população, especialistas afirmam que a cobrança deixou de ser apenas uma opção das prefeituras e passou a ser uma exigência legal prevista na Lei Federal nº 14.026/2020, conhecida como Novo Marco Legal do Saneamento Básico, que determina que os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos tenham sustentabilidade econômico-financeira, ou seja, uma fonte específica de arrecadação.

Leia mais »
SC ganha sistema para dar transparência à logística reversa

SC ganha sistema para dar transparência à logística reversa

Melhorar a transparência na gestão de resíduos e criar mecanismos mais eficientes. Para acompanhar os resultados da logística reversa estão entre os desafios de Santa Catarina para avançar na economia circular. Para atender a essa demanda, o estado ganhou uma nova plataforma digital. Com ela, será possível acompanhar, de forma integrada, todo o fluxo da logística reversa no estado.

Leia mais »
Você usaria água de reúso

Você usaria água de reúso?

Imagine a seguinte situação: você lava o carro com água potável. Depois, rega o jardim com água potável. Dá descarga no vaso sanitário usando água potável. Agora pense por um instante: será que todas essas atividades realmente precisam utilizar uma água com qualidade para consumo humano?

Leia mais »
Sistema Cantareira passará a operar na Faixa de Alerta em julho

Sistema Cantareira passará a operar na Faixa de Alerta em julho

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). Informam que o Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo, passará a operar na Faixa 3 – Alerta a partir de 1º de julho. A medida segue o que estabelece a Resolução Conjunta nº 925, de 29 de maio de 2017.

Leia mais »
Por que concessionárias estão substituindo leituras mensais por monitoramento contínuo EOS Systems

Por que concessionárias estão substituindo leituras mensais por monitoramento contínuo | EOS Systems

No setor de saneamento, o modelo tradicional de leituras mensais está rapidamente se tornando obsoleto. Isso porque vazamentos invisíveis, fraudes e perdas operacionais não podem mais esperar 30 dias para serem detectados. Por isso, concessionárias estão migrando para o monitoramento contínuo, adotando tecnologia que transforma dados em decisões estratégicas em tempo real.

Leia mais »