saneamento basico
cidades-sustentaveis

São Caetano/SP lidera ranking de cidades sustentáveis no Brasil

Imagem Ilustrativa

São Caetano do Sul, no ABC Paulista, está no topo do ranking das cidades sustentáveis do país. O levantamento inédito revela que a cidade já conhecida por liderar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) no Brasil agora é a primeira entre os 5.570 municípios brasileiros em relação às práticas de ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU.

Cidade é a primeira entre os 5.570 municípios brasileiros em relação às práticas de ODS.

Os dados estão no primeiro Mapa de Desempenho dos municípios brasileiros, que levam em consideração os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável a serem alcançados até 2030.

No top 10, todas as cidades fazem parte do estado de São Paulo. São elas: São Caetano, Jundiaí, Valinhos, Saltinho, Taguaí, Vinhedo, Cerquilho, Sertãozinho, Limeira e Borá. Confira a classificação completa dos municípios.

Em uma pontuação de zero a 100, São Caetano atingiu 65,62 – suficiente para garantir o primeiro lugar. Por aqui, é possível entender quais dos ODSs foram atingidos e quais há grandes desafios a serem superados.

“Recebemos com grande alegria a notícia. Não é de hoje que São Caetano do Sul trabalha para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Nosso Plano de Governo foi todo pautado em ações que preparam a cidade para o futuro, com uso de muita gestão técnica, alta tecnologia e governança, que garantem o desenvolvimento social e econômico do município que já tem o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil e caminha para aumentar ainda mais a qualidade de vida dos moradores”, afirma o prefeito José Auricchio Júnior.


LEIA TAMBÉM: Governo do RS confirma desistência de oferta de ações e pretende vender 100% da Corsan

Cidades Sustentáveis

O município destaca os avanços em relação à queda de mortalidade materna infantil, mortalidade por Aids, incidência de dengue, aplicação do orçamento municipal em Saúde, detecção de hepatite, entre outros.

“Antes da pandemia, a cidade já investia 30% do orçamento em saúde. Ano passado fechamos com 33,5% de aplicação do orçamento da pasta. Investimos mais que o dobro do que prevê a Constituição Federal (15%)”, explica a secretária municipal da área, Regina Maura Zetone.

Além disso, em São Caetano, o gasto médio com saúde pública é de R$ 2,3 mil por habitante, quase o dobro da média nacional, que é de R$ 1,3 mil.

Alguns ODSs, como Energias Renováveis e Acessíveis, Indústria, Inovação e Infraestruturas, e Proteger a Vida Marinha foram 100% atingidos.

“Todos os nossos munícipes têm acesso à energia elétrica, água tratada e coleta seletiva. Temos 100% do esgoto coletado e tratado. Além disso, os investimentos em educação de qualidade nos garantiram o selo de Município Livre do Analfabetismo e avanços constantes, com acesso à internet em todas as escolas, formação continuada dos professores e infraestrutura. Preparamos a nossa sociedade para novos tempos“, conclui o prefeito.

Fonte: Ciclo Vivo.

Últimas Notícias:
El Niño Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

El Niño: Armadores temem demora nas dragagens e nova crise na Amazônia

Cerca de R$ 300 milhões teriam sido gastos pelo governo federal em dragagens emergenciais nas hidrovias da Amazônia nos últimos três anos. O problema, segundo armadores e operadores logísticos da região. É que boa parte dessas intervenções chegou tarde demais, quando a seca já havia produzido seus efeitos mais severos e os rios começavam a recuperar seus níveis. Agora, em ano de super El Niño, o setor teme a repetição desse roteiro.

Leia mais »
O Mar Não é Estação de Tratamento O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Mar Não é Estação de Tratamento: O Futuro das Nossas Águas no Conama

O Brasil está diante de uma decisão ambiental de enorme relevância, embora ainda pouco percebida pela sociedade: a revisão da Resolução Conama nº 430/2011, norma que estabelece as condições e padrões para o lançamento de efluentes em corpos hídricos. O que pode parecer um debate técnico restrito a especialistas, na verdade, impacta diretamente a qualidade de nossos rios, estuários, baías, manguezais, zonas costeiras e oceanos. Em outras palavras, afeta a saúde ecológica do país e, por consequência, a da população.

Leia mais »
Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Investimentos em saneamento na Baixada Santista crescem cinco vezes e alcançam R$ 980 por pessoa ao ano

Os investimentos em saneamento básico na Baixada Santista serão cinco vezes maior após a desestatização da Sabesp promovida pelo Governo de São Paulo. Serão R$ 8,1 bilhões em investimentos de 2026 até 2029 (média de R$ 2 bilhões por ano) para resolver desafios estruturais no abastecimento de água e esgoto. Além disso, R$ 2,43 bilhões já foram aplicados entre 2024 e 2025. Antes da desestatização, a média anual de investimentos foi de R$ 400 milhões por ano entre 2017 e 2024.

Leia mais »