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ETEI Compacta para Indústria de Bebidas (Cervejas, refrigerantes, vinhos, sucos e afins)

ETEI Compacta para Indústria de Bebidas

Estações de Tratamento de Efluentes Industriais Compactas para Indústria de Bebidas

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Descrição Completa

ETEI Estações de Tratamento de Efluentes Industriais Compactas para Indústria de Bebidas (Cervejas, refrigerantes, vinhos, sucos e afins).

ETEI Compacta para Indústria de Bebidas – EEA

Empresa de Engenharia Ambiental – EEA Engenharia é uma empresa de projetos e execução de estações de tratamento de todos os tipos atuando no mercado desde 1999. Desde sua fundação, a EEA Engenharia Ambiental já executou estações em praticamente todos os Estados do Brasil. Além de obras em outros países da América do Sul.

Todos os projetos executados são acompanhados de perto pelos engenheiros ambientais de obra da empresa. Estes que também realizam o start up da Estação de Tratamento e treinamento operacional da equipe que assumirá a operação. Além disso, o atendimento pós-venda da empresa possui técnicos especializados, com assessoria remota gratuita.

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O acesso ao saneamento básico adequado pode impactar diretamente a renda, a saúde e a qualidade de vida da população. Segundo estudo do Instituto Trata Brasil. Moradores de regiões com acesso à água tratada e coleta de esgoto podem alcançar renda até duas vezes maior do que aqueles que vivem em áreas sem infraestrutura sanitária.
Um estudo que analisa os impactos ambientais, econômicos e sociais da ineficiência no controle de perdas de água no Brasil. Aponta que o volume de água desperdiçado no país seria suficiente para abastecer cerca de 77 milhões de pessoas.
Mais acesso à água tratada, ampliação da coleta e do tratamento de esgoto para as famílias e, ainda, reforço da infraestrutura hídrica.
02 de junho de 2026 – A Companhia de Gás de Minas Gerais (Gasmig) lançou uma chamada pública para identificar projetos interessados no fornecimento de biometano ao estado, movimento que pode impulsionar novos investimentos e ampliar a participação de Minas Gerais em um dos segmentos mais promissores da transição energética brasileira e no aproveitamento econômico de resíduos para produção de combustível renovável.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.